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Acerca de ativos imobilizados, ativos intangíveis e redução a valor recuperável de ativos de companhias abertas, julgue o item a seguir, considerando os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
O custo de um item do ativo imobilizado deve compreender a estimativa inicial dos gastos previstos para o cumprimento da obrigação assumida pelo adquirente no que se refere à desmontagem e à remoção do item, bem como à restauração do local onde ele está instalado.
Acerca de ativos imobilizados, ativos intangíveis e redução a valor recuperável de ativos de companhias abertas, julgue o item a seguir, considerando os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
As contribuições para o ágio derivado da expectativa de rentabilidade futura (goodwill) gerado internamente são gastos que visam gerar benefícios econômicos futuros, mas que não resultam na criação de ativo intangível que se enquadre nos critérios de reconhecimento do CPC.
Acerca de ativos imobilizados, ativos intangíveis e redução a valor recuperável de ativos de companhias abertas, julgue o item a seguir, considerando os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC).
Se, ao final de determinado exercício, for constatada a redução do valor residual de um item que compõe o ativo imobilizado, o valor depreciável do referido item também deverá ser reduzido.
Com base nessa situação hipotética e considerando que os dados apresentados foram fornecidos pela área contábil da Alfa & Ômega S.A., que seria uma sociedade empresária atuante no segmento comercial, para fins de análise e apuração contábil, julgue o item a seguir.
O CPC 25 determina que uma provisão seja reconhecida: quando a entidade possui obrigação presente, legal ou não formalizada, decorrente de evento passado; quando é provável que haja saída de recursos para liquidá?la; e quando o valor pode ser estimado com confiabilidade.
Nos primeiros três meses de obra, os gastos diretos, associados à construção, foram de R$ 500.000,00. Em 30/09/2025, um grupo de moradores entrou na Justiça contra a construtora para solicitar a suspensão da obra, já que consideravam que o tipo de apartamento seria prejudicial ao bairro. Além disso, pediam uma indenização de R$ 200.000,00.
Na data, os advogados da construtora julgaram que perda da causa era possível. Ainda, por determinação da justiça, a obra foi suspensa e não havia sido retomada até 31/12/2025.
Por conta do processo, com base na NBC TG 25 (R2) – PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES, no Balanço Patrimonial da construtora, em 31/12/2025,