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Uma criança de 8 anos foi levada a consulta em uma unidade básica de saúde com queixa de baixo rendimento escolar e "apagões". Após colher a anamnese, e suspeitando de um diagnóstico, o médico fez a manobra de hiperventilação. Durante a manobra, a criança apresentou breves interrupções de consciência: ela ficava ausente e estática por alguns segundos e, em seguida, retornava ao ponto em que ocorrera a perda de consciência. Esses episódios breves eram acompanhados de discretos movimentos das pálpebras. Os pais relataram que esses episódios ocorriam várias vezes ao dia, mas que, devido à sua curta duração, tiveram dificuldade em observá-los. A paciente foi tratada com sucesso pelo médico da UBS com medicação antiepiléptica (etossuximida). No entanto, a mãe relatou a ocorrência de um fenômeno estranho após o início da medicação: a criança passou a ver coisas que não existiam e acreditava nessas coisas que só ela via. 


A melhor conduta frente a esse caso é:  

Um paciente dá entrada na emergência com quadro de redução do nível de consciência, mutismo, rigidez muscular generalizada (em "cano de chumbo") e tremor. Sinais vitais: temperatura axilar de 39,1 oC, FC de 112 bpm, FR de 26 irpm e PA de 172 x 100 mmHg. Há 1 semana iniciou haloperidol devido a surto psicótico. Faz uso ocasional de Cannabis. 


A principal hipótese diagnóstica desse caso é: 

Uma paciente de 76 anos, em tratamento de longa data para diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e hipertensão arterial sistêmica, procura consultório psiquiátrico queixando-se de que há 1 ano liga para seus filhos várias vezes por dia com medo de que "algo ruim possa acontecer a eles". Relata também que anda "com os nervos à flor da pele", irritada e com muita dor muscular. Aproveitando a consulta, também se queixa de formigamento e dor em queimação em seus pés iniciados há 2 anos, com piora progressiva. 


Considerando as comorbidades da paciente, a melhor terapia medicamentosa nesse caso é: 

Um paciente de 54 anos foi atendido com queixa de lentidão e tremor nas mãos iniciado 7 meses antes. Ao exame, apresentava hipomimia facial, marcha em pequenos passos e quadro simétrico de rigidez em roda dentada, tremor de repouso e bradicinesia em membros superiores. Suspeitou-se de que o quadro poderia ter origem medicamentosa. 
A medicação que mais provavelmente está associada a essa clínica é: 
Uma paciente de 71 anos relata que há 4 meses vem se sentindo "triste e sem esperança". Em associação com esse quadro, parou de sair com seus amigos e de frequentar a academia, pois diz não sentir mais prazer nessas atividades. Queixa-se também de fadiga e ganho ponderal de 7 kg no período (peso anterior: 63 kg), porém o sintoma que mais a incomoda é uma dificuldade de concentração, com relato de seus familiares de que ela está ficando "esquecida". Esses sintomas ocorreram na maior parte dos dias desse período. 
Dentre as medicações a seguir, o tratamento mais adequado para esse caso é: