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Um paciente de 54 anos foi atendido com queixa de lentidão e tremor nas mãos iniciado 7 meses antes. Ao exame, apresentava hipomimia facial, marcha em pequenos passos e quadro simétrico de rigidez em roda dentada, tremor e repouso e bradicinesia em membros superiores. Suspeitou-se de que o quadro poderia ter origem medicamentosa. 
A medicação que mais provavelmente está associada a essa clínica é: 

Uma paciente de 71 anos relata que há 4 meses vem se sentindo "triste e sem esperança". Em associação com esse quadro, parou de sair com seus amigos e de frequentar a academia, pois diz não sentir mais prazer nessas atividades. Queixa-se também de fadiga e ganho ponderal de 7 kg no período (peso anterior: 63 kg), porém o sintoma que mais a incomoda é uma dificuldade de concentração, com relato de seus familiares de que ela está ficando "esquecida". Esses sintomas ocorreram na maior parte dos dias desse período. 


Dentre as medicações a seguir, o tratamento mais adequado para esse caso é: 

Considerando as drogas estabilizadoras do humor, é correto afirmar que:

Após tentar vários antidepressivos, o médico optou por trocar o tratamento de paciente com episódio depressivo maior, substituindo um antidepressivo tricíclico por um inibidor irreversível da monoanina oxidase (IMAO).


Em relação a esse caso, é correto afirmar que:

Uma criança de 8 anos foi levada a consulta em uma unidade básica de saúde com queixa de baixo rendimento escolar e "apagões". Após colher a anamnese, e suspeitando de um diagnóstico, o médico fez a manobra de hiperventilação. Durante a manobra, a criança apresentou breves interrupções de consciência: ela ficava ausente e estática por alguns segundos e, em seguida, retornava ao ponto em que ocorrera a perda de consciência. Esses episódios breves eram acompanhados de discretos movimentos das pálpebras. Os pais relataram que esses episódios ocorriam várias vezes ao dia, mas que, devido à sua curta duração, tiveram dificuldade em observá-los. A paciente foi tratada com sucesso pelo médico da UBS com medicação antiepiléptica (etossuximida). No entanto, a mãe relatou a ocorrência de um fenômeno estranho após o início da medicação: a criança passou a ver coisas que não existiam e acreditava nessas coisas que só ela via.

A melhor conduta frente a esse caso é: