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Gestante de 32 anos, com oito semanas de gestação, apresenta episódio depressivo maior grave (HAM-D: 28 pontos), com ideação suicida ativa, histórico de três episódios depressivos prévios, sendo o último há seis meses, tratado com escitalopram 20 mg/dia, com boa resposta, mas descontinuado por remissão. Paciente e família recusam internação psiquiátrica. Considerando o perfil risco-benefício no primeiro trimestre gestacional, a conduta farmacológica MAIS adequada para essa paciente é: 
Paciente de 48 anos, com transtorno depressivo maior recorrente está em uso de venlafaxina XR 225 mg/dia  há oito semanas, com resposta parcial (melhora de 40% na escala de Hamilton). O Psiquiatra decide associar outro fármaco, para potencialização. O paciente usa também tramadol 100mg 3 vezes/dia para dor crônica lombar. Nessa situação, a associação que deve ser EVITADA, pelo maior risco de síndrome serotoninérgica, é:
Paciente de 28 anos, com esquizofrenia paranoide refratária, está em uso de clozapina 450mg/dia há seis meses com resposta parcial (nível sérico de 380 ng/ml). Persistem alucinações auditivas e delírios persecutórios residuais. Hemograma normal, sem agranulocitose. O psiquiatra considera estratégias de potencialização da clozapina. A associação com evidência científica MAIS robusta, para aumentar a eficácia em esquizofrenia refratária, é: 
Paciente de 62 anos, portador de transtorno afetivo bipolar tipo I, em uso de lítio 1200 mg/dia ( litemia: 0,9 mEq/L  ) há oito anos com excelente controle do humor. Desenvolveu insuficiência renal crônica, estágio 3B ( TFG 38 mL/min/1,73m2 ) e o nefrologista solicitou ajuste da medicação psiquiátrica. Além disso, está em uso de losartana, anlodipino, carvedilol, hidroclorotiazida e sinvastatina. A conduta MAIS adequada, em relação ao lítio, e o fármaco que apresenta MAIOR risco de intoxicação por lítio são, respectivamente, 
No manejo clínico dos transtornos depressivos, a escolha entre as diferentes modalidades terapêuticas — farmacológica, psicoterapia e eletroconvulsoterapia (ECT) — baseia-se na gravidade e na resposta do paciente. Sobre essas intervenções, é correto afirmar que: