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Homem de 45 anos inicia tratamento para transtorno depressivo maior com um fármaco que, após algumas semanas, leva à melhora progressiva do humor, apesar de seu efeito bioquímico imediato ocorrer já nas primeiras doses. O médico explica que o atraso clínico está relacionado a adaptações neurobiológicas secundárias, incluindo alterações na sensibilidade de receptores e na expressão gênica. O fármaco prescrito atua, predominantemente, por meio da inibição do transportador de serotonina, (SERT), aumentando a disponibilidade sináptica desse neurotransmissor. Considerando-se o mecanismo de ação e as adaptações neurobiológicas associadas, qual das alternativas melhor explica o efeito terapêutico tardio desse medicamento?
Uma adolescente de 15 anos é diagnosticada com episódio depressivo maior moderado a grave, com duração de 3 meses, cursando com anedonia, ideação de morte sem plano estruturado, prejuízo acadêmico importante e insônia. Já realizou psicoterapia estruturada, por 10 semanas, com resposta parcial. Não há história de Transtorno Bipolar, uso de substâncias ou comorbidades clínicas relevantes. Considerando-se evidências de alta qualidade e diretrizes internacionais, (como American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, National Institute for Health and Care Excellence e o DSM-5), qual é a melhor conduta farmacológica neste momento?
Uma adolescente de 15 anos, previamente hígida, é internada com quadro de mutismo, recusa alimentar, imobilidade prolongada e períodos de negativismo, evoluindo nas últimas semanas com piora progressiva e risco clínico nutricional. Não há uso de substâncias ou condição neurológica identificada após investigação inicial. Foi realizada tentativa terapêutica adequada com Benzodiazepínico em doses crescentes, sem resposta significativa. A paciente mantém-se com importante prejuízo funcional e risco clínico associado. Qual é a alternativa que melhor corresponde à conduta terapêutica mais apropriada neste momento?
Adolescente de 13 anos, com diagnóstico prévio de transtorno de déficit de atenção/hiperatividade, apresenta piora recente do desempenho escolar e aumento de irritabilidade. Em uso regular de Metilfenidato em dose otimizada, com boa resposta inicial. Nos últimos 2 meses, os pais relatam redução importante da necessidade de sono, aumento de energia, fala mais acelerada e envolvimento em atividades com potencial de risco. Não há uso de substâncias. Não há história prévia documentada de episódios semelhantes. Qual é a alternativa que representa a conduta farmacológica mais adequada neste momento?
Sobre o manejo medicamentoso no Transtorno do Espectro Autista, (TEA), marque a alternativa incorreta.