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Há 3 semanas, homem de 59 anos sofreu um infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento do segmento ST. Foi submetido à angioplastia primária com implante de Stent farmacológico e encontra-se em uso de AAS, clopidogrel, atorvastatina e metoprolol. Desde a alta hospitalar, passou a manifestar humor deprimido, insônia terminal, redução do apetite associada à perda de peso não intencional, pessimismo e fadiga. Preenche critérios diagnósticos para episódio depressivo maior.
O seguinte medicamento apresenta perfil de segurança mais favorável para esse paciente:
Mulher de 26 anos, em uso regular de carbonato de lítio 900 mg/dia (concentração sérica realizada na última semana = 0,8 mEq/L), devido a diagnóstico de transtorno bipolar tipo 1, com histórico de duas hospitalizações psiquiátricas, comparece à consulta com seu psiquiatra. Relata estar muito preocupada com o uso do medicamento, pois descobriu estar grávida (12 semanas de gestação, no momento da consulta).
A conduta terapêutica mais eficaz e segura, considerando o binômio mãe-bebê, entre as relacionadas a seguir, é 
Homem, 76 anos, é trazido pela esposa, que está preocupada com a saúde dele. Há aproximadamente 2 anos, ela notou que o sono dele se tornou agitado: ele grita e “briga” durante o sono, chegando a atingi-la por acidente, durante sonhos que ele descreve como vívidos e violentos. Por essa razão, passaram a dormir em quartos separados.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
Mulher de 32 anos apresenta primeiro episódio depressivo maior, de gravidade moderada, sem sintomas psicóticos, ideação suicida nem comorbidades clínicas relevantes. Na consulta médica, relata que não gostaria de tomar antidepressivo. Tem acesso à psicoterapia estruturada (Terapia Cognitivo Comportamental) na rede em que é atendida.
Considerando-se as diretrizes atuais para tratamento inicial do transtorno depressivo maior moderado, a conduta mais adequada é 
Mulher de 48 anos queixa-se de irritabilidade intensa, labilidade emocional, fadiga e insônia de manutenção associada a episódios súbitos de sudorese. Seus ciclos menstruais tornaram-se irregulares, com fluxo mais intenso. O exame psíquico corrobora diagnóstico de episódio depressivo maior grave sem ideação suicida ou sintomas psicóticos. Não possui contraindicação à terapia hormonal.
Assinale a opção que apresenta a melhor abordagem terapêutica ao quadro descrito.