Filtrar


Questões por página:
Cláudia perdeu seu pai durante a pandemia COVID-19. Ela era sua cuidadora principal. Seu pai chegou a ficar muito tempo internado e, no final, não resistiu às complicações da doença, indo a óbito.
Fundamentado(a) em Schmidt, et al. (2020), no capítulo “Orientações aos(às) Psicólogos(as) Hospitalares”, exposto no livro Recomendações e orientações em saúde mental e atenção psicossocial na COVID-19, organizado por Noal, Passos e Freitas, qual é o procedimento indicado a ser realizado pelo(a) psicólogo(a) em caso de comunicação de notícias difíceis, como no caso da situação citada? 
Baseado(a) em Schmidt, et al. (2020), no capítulo “Orientações aos(às) Psicólogos(as) Hospitalares”, apresentado no livro Recomendações e orientações em saúde mental e atenção psicossocial na COVID-19, organizado por Noal, Passos e Freitas, qual é a ação correta a ser tomada pelo(a) psicólogo(a) em caso de identificação de risco de suicídio do(a) paciente que se encontra internado(a) em instituição hospitalar?
De acordo com Schmidt, et al. (2020), no capítulo “Orientações aos(às) Psicólogos(as) Hospitalares”, presente no livro Recomendações e orientações em saúde mental e atenção psicossocial na COVID-19, organizado por Noal, Passos e Freitas, a presença de uma doença física pode aumentar em 24% o risco de suicídio. Por esse motivo, o(a) psicólogo(a) deve estar atento(a) aos sinais de risco moderado e alto de suicídio.

Assinale a alternativa que contém os sinais de risco referidos por esses autores.
Segundo Moretto (2016), no capítulo “Dispositivos clínicos de atenção, acolhimento e atendimento psicológico nas instituições de saúde” presente no livro Desafios Atuais das práticas em Hospitais e nas Instituições de Saúde, organizado por Kamers, Marcon e Moretto, o que confere o caráter clínico à prática psicológica é o fato de ela 
Joana, de 39 anos, sofre com sintomas de dor generalizada há mais de 1 ano. Há pouco tempo resolveu buscar ajuda profissional após uma amiga insistir para ela se tratar. Por não ter condições financeiras, ela buscou tratamento em uma UBS e, só um tempo depois, iniciou um tratamento multidisciplinar que incluía atendimento psicológico. A princípio, Joana questionou a necessidade de terapia, já que seu problema era físico, mas acabou aceitando. Joana não compreendeu quando a psicóloga lhe falou que seria importante explorar o que a sua dor estava tentando lhe dizer e entender o que este sintoma poderia significar para ela além de dor física. Falou então para a psicóloga que não entendia o que ela estava tentando lhe dizer e comentou que só queria ficar sem dor para retomar sua vida de antes. Frente a essa colocação de Joana, a profissional ficou em silêncio. Após esse atendimento a paciente ficou bem desmotivada, achando que a psicóloga não estava acreditando que sua dor era real. Pouco tempo depois, Joana resolveu desistir do tratamento psicológico, passando a frequentar apenas as terapias físicas.
De acordo com os fundamentos teóricos discutidos no artigo “A cultura profissional do psicólogo e o ideário individualista: implicações para a prática no campo da assistência pública à saúde” de Dimenstein (2000), qual das alternativas a seguir oferece a análise mais consistente a respeito do ocorrido no caso relatado?