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A inserção do psicólogo nos serviços públicos de saúde ocorreu no final da década de 1970 e tinha a finalidade de propor modelos alternativos ao hospital psiquiátrico, visando à redução de custos e maior eficácia dos atendimentos, por meio da formação de grupos multiprofissionais. Ao longo dos anos, a inserção e a atuação vêm sendo marcadas por transformações importantes. Nesse sentido, a inserção e a atuação da psicologia na saúde pública:
A atuação do psicólogo em cuidados paliativos ocorre junto a um paciente que possui uma doença incurável e para o qual a morte se coloca de maneira muito mais concreta. Nesse cenário, o objetivo da atuação é:
Sobre a avaliação do paciente em risco de suicídio, analise as afirmativas a seguir.
I. Se o paciente for avaliado como apresentando alto risco de suicídio, ele nunca deve ser deixado sozinho e a internação deve ser fortemente considerada.
II. Se o paciente for classificado como de risco baixo para o suicídio, é desnecessário tomar atitude para auxiliá-lo, pois as chances de efetivação do ato são muito remotas.
III. A avaliação precisa considerar questões existenciais, visto que se tem como queixas, muitas vezes, sentimentos de solidão, tédio, medo, incertezas e falta de prazer na vida.
IV. Quando o risco é médio, existe um plano de suicídio e a clara intenção de realizá-lo, mas é suficiente oferecer apoio emocional e ajudar o paciente a compreender e organizar seus sentimentos e focar em aspectos positivos da vida.
Está correto o que se afirma apenas em
Sobre os princípios éticos e bioéticos que regem os cuidados paliativos, assinale a afirmativa correta.
Os cuidados paliativos referem-se a uma abordagem de tratamento que promove melhora da qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares diante de doenças crônicas e sem possibilidades de cura. São considerados princípios dos cuidados paliativos: