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A organização não é aquela que é somente agradável, mas é aquela que consegue captar e aplicar adequadamente as competências dos talentos do colaborador. Desse modo, a organização que tem um ambiente de trabalho agradável é aquela que:
Considerando a gestão de recursos humanos, analise a informação abaixo.
As pessoas veem os estressores no ambiente de trabalho através dos elementos percebidos. Se os elementos forem contínuos e se os indivíduos não possuírem potencialidades para enfrentá-los, há uma propensão para criação de reações físicas e psicológicas, fato este que contribui para o aumento de doenças ocupacionais e afastamento ao trabalho.
Com base na informação acima, assinale a alternativa que apresenta o setor específico para tratar esse tipo de problema na estrutura de recursos humanos.
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A Psicologia dos Fatores Humanos é uma especialidade da Psicologia Organizacional, na interface com a Engenharia, que estuda meios de aprimorar o desenho e as funções das máquinas e o ambiente de trabalho para melhor atender às necessidades das pessoas. Entre as contribuições de Frank Gilbreth, está o clássico estudo do assentamento de tijolos. Ele observou que, na construção de uma parede, os pedreiros eram forçados a agachar centenas de vezes por dia para apanhar os tijolos. Resolveu elevar os tijolos ao nível das mãos do pedreiro para que ele não tivesse que se agachar. Somente essa mudança aumentou a produtividade em 200%. Dos estudos desenvolvidos pelo casal Gilbreth, os mais relevantes foram:
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Marque a alternativa INCORRETA. Ao criticar o ponto de vista convencional da tarefa administrativa, McGregor propõe alguns postulados que parecem estar subjacentes a ele e os denomina Teoria “X”, que são, a título de exemplo:
Com base no enunciado a seguir, marque a alternativa CORRETA.
Segundo Zanelli, Borges-Andrade e Bastos (2014, p.559-560) “o movimento de crítica ampla ao modelo de atuação profissional do psicólogo no Brasil, intenso nos anos de 1970 e 1980, coincidente com um período acirrado e com o término do regime militar, teve importante reflexos na área da POT. O psicólogo organizacional (ainda atuando nos moldes do psicólogo industrial) foi um dos alvos mais criticados, senão o modelo mais criticado de atuação profissional da psicologia, sob o estigma de descomprometimento com as demandas sociais. Em 1984, foi lançada uma coletânea de textos organizada por Silvia Lane e Wanderley Codo, Psicologia social: o homem em movimento, que incluiu um capítulo intitulado “O papel do psicólogo na organização industrial (notas sobre o lobo mau em Psicologia)”, de autoria de Wanderley Codo. Esse texto, em particular, teve um importante impacto, ao apontar que a psicologia produzida e a prática profissional, mesmo dos psicólogos organizacionais, desconsideravam a categoria trabalho. Para Codo, de um lado, havia muitos psicólogos que atuavam no mundo do trabalho sem qualquer perspectiva crítica e, de outro lado, muitos psicólogos críticos sem qualquer inserção nas questões práticas postas por esse domínio. A repercussão desse trabalho foi muito grande, pois, ao mesmo tempo: