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Durante o exame do estado mental, um paciente apresenta discurso tangencial, dificuldade em manter o foco na pergunta e associações frouxas. Nesse contexto, a interpretação semiológica CORRETA é:
Um paciente afirma, com absoluta convicção, que seus pensamentos estão sendo retirados de sua mente por uma força externa e que, por isso, sua cabeça fica “vazia de repente”. Nega uso de substâncias e mantém essa crença apesar de explicações contrárias. O fenômeno psicopatológico descrito é:
Mulher de 62 anos apresenta há seis semanas humor deprimido, anedonia, culpa excessiva, insônia terminal e perda de peso. Evoluiu com recusa alimentar, permanecendo grande parte do dia imóvel e em silêncio. Ao exame mental, observa-se negativismo e mutismo parcial, sem flutuação do nível de consciência. O diagnóstico e a conduta inicial adequada, respectivamente, são:
Um estudante universitário de 21 anos comparece à consulta, relatando que abandonou a faculdade, pois tinha uma sensação corporal desagradável que só era aliviada quando revisitava mentalmente toda a sua rotina diária. Nesse período, viu-se também obrigado a retornar repetidamente à casa para verificar se as portas e as torneiras estavam devidamente fechadas. Afirma que, em alguns momentos, sente-se completamente convencido de que, se não realizar esses atos, algo catastrófico inevitavelmente ocorrerá, embora não tenha provas concretas. Com base na apresentação clínica, o quadro deve ser classificado como transtorno:
A esquizofrenia é um transtorno psicótico crônico, heterogêneo em sua apresentação clínica e curso evolutivo, caracterizado por alterações persistentes do pensamento, da percepção, da afetividade e do comportamento. Com base na descrição psicopatológica e nos critérios diagnósticos atuais, a esquizofrenia é: