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Um médico de 58 anos atende pela primeira vez um paciente de 23 anos, usuário abusivo de álcool, que foi encaminhado após episódio de intoxicação aguda. Durante a entrevista, o paciente torna-se hostil, quando o médico tenta investigar o padrão de consumo de álcool, dizendo: “Você está igualzinho ao meu pai, sempre brigando comigo por causa disso.”. A partir desse momento, o paciente passa a responder com a mesma irritação e ressentimento que descreveu sentir nas discussões com o pai.
O fenômeno psicodinâmico descrito é denominado 
Mulher de 33 anos, no 5º dia pós-parto, é trazida à emergência psiquiátrica pela família. Apresenta quadro de agitação intensa, discurso incompreensível, insônia total, delírios de que o bebê "não é humano" e ideação de que deve "proteger o mundo do bebê". Não há histórico psiquiátrico conhecido.
Diante desse quadro, a conduta inicial mais adequada é
Um psiquiatra foi chamado como interconsultor para avaliar um paciente internado na clínica médica. Após se apresentar, o médico pergunta seu nome, e ele responde: “Meu nome é João, João, João.”.
Esse fenômeno de linguagem deve ser registrado, na súmula psicopatológica, como
Homem de 21 anos procura atendimento médico a pedido de sua mãe, que, desde o início da Copa do Mundo, está preocupada com seu envolvimento crescente com apostas esportivas online. Ele relata que começou a apostar há mais de um ano, mas que precisa apostar valores cada vez mais altos para sentir a mesma “emoção do início”. Já tentou parar de apostar duas vezes, sem sucesso. Nessas ocasiões, ficou muito inquieto e irritado. Reconhece que pensa em apostas mesmo quando está envolvido em outras atividades. Sua última namorada rompeu o relacionamento alegando que ele só queria ficar apostando e não lhe dava mais atenção.
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como 
Paciente de 70 anos foi submetido à craniectomia para ressecção de um meningioma em convexidade frontal direita. A família relata que, após a cirurgia, houve mudança significativa em seu comportamento: o paciente passou a chorar com facilidade diante de estímulos emocionais triviais, sem tristeza subjetiva proporcional ao choro, e, por vezes, passou também a rir de forma súbita e desproporcional ao contexto. Ele reconhece que essas manifestações são exageradas, e, por mais que se esforce para contê-las, não consegue, o que lhe deixa constrangido.
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como