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Paciente do sexo masculino, 22 anos, estudante universitário, é trazido pela mãe à consulta. Ela relata que, nos últimos 8 meses, ele passou a apresentar comportamentos progressivamente mais estranhos: isolamento social, abandono dos amigos, desleixo com a higiene, e começou a falar de "agentes do governo" que o monitoram através do celular. O paciente afirma que ouve vozes que fazem comentários sobre suas ações ("ele está comendo agora, está mentindo"). Nega uso de substâncias. Ao exame, apresenta discurso ocasionalmente desorganizado e embotamento afetivo.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais indicada são:
Paciente de 22 anos, sem história psiquiátrica prévia, apresenta há 6 semanas delírios de controle e alucinações auditivas. O funcionamento escolar e social está comprometido. Não há episódios de humor pregressos.
O diagnóstico mais provável, considerando o tempo de evolução, é 
Um menino foi diagnosticado, aos 5 anos, com “Síndrome de Asperger”, segundo os critérios vigentes à época (DSM-4-TR), por apresentar prejuízo na interação social, padrões repetitivos e restritos de comportamento, sem exibir, contudo, atraso clinicamente relevante da linguagem.
Considerando as modificações nos critérios diagnósticos entre DSM-4-TR e DSM-5-TR, assinale a assertiva incorreta. 
Um psiquiatra foi chamado como interconsultor para avaliar um paciente internado na clínica médica. Após se apresentar, o médico pergunta seu nome, e ele responde: “Meu nome é João, João, João.”.
Esse fenômeno de linguagem deve ser registrado, na súmula psicopatológica, como
Homem de 21 anos procura atendimento médico a pedido de sua mãe, que, desde o início da Copa do Mundo, está preocupada com seu envolvimento crescente com apostas esportivas online. Ele relata que começou a apostar há mais de um ano, mas que precisa apostar valores cada vez mais altos para sentir a mesma “emoção do início”. Já tentou parar de apostar duas vezes, sem sucesso. Nessas ocasiões, ficou muito inquieto e irritado. Reconhece que pensa em apostas mesmo quando está envolvido em outras atividades. Sua última namorada rompeu o relacionamento alegando que ele só queria ficar apostando e não lhe dava mais atenção.
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como