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A técnica foi realizada em três sessões semanais de 90 minutos de duração. Na primeira sessão, realiza-se a psicoeducação, treinamento de relaxamento muscular progressivo e descrição do evento. Na segunda sessão, dá-se continuidade ao relaxamento muscular progressivo, seguido, desta vez, pela exposição imagística. Na sessão final, paciente e terapeuta vão ao local do evento estressor para a exposição in vivo. Em seguida, o paciente fica sozinho no local e depois reporta ao terapeuta sobre a remissão do medo. A técnica descrita refere-se:

“São terapias de objetivos limitados por terem suas metas mais reduzidas e mais modestas que as psicoterapias convencionais. Essa limitação é uma das principais características deste procedimento e aparece em função das necessidades imediatas do indivíduo. Esses objetivos podem colocar-se em termos da superação dos sintomas e problemas atuais da realidade do paciente”. Essa descrição refere-se à(s):

“A psicoterapia breve, se contraposta à psicanálise, pode ter seguidores fervorosos e críticos exaltados, mas isso é, muitas vezes, fruto de preferências pessoais ou ideológicas e não de fundamentação técnica ou teórica. Nossas preferências pessoais e até mesmo nossas teorias pessoais nos levam a escolher o tipo de trabalho que desenvolvemos, mas também precisamos levar em conta as preferências e necessidades de nossos pacientes: assim como há pessoas que preferem contos e poesias, há pacientes que se satisfazem passando pouco tempo conosco, em psicoterapia.”

(Franchetti, s/d.)

Nesse sentido, é interessante considerar a psicoterapia breve uma modalidade possível de intervenção que exige conhecimento e atenção não apenas do que o sujeito diz, mas de toda a sua forma de interagir. Tendo isso em vista, o psicólogo hospitalar deve estar atento:

I. A como o paciente chega até ao terapeuta, ou seja, se encaminhado por pessoas da família, por um médico ou se veio por iniciativa própria.

II. Ao comportamento na sala de espera, ou seja, se permanece sentado ou em pé; se conversa com outros pacientes; e se observa tudo à sua volta.

III. A atitude ao entrar para a consulta, isto é, se estende ou não a mão; se olha ou não nos olhos do terapeuta; inclusive se escolhe lugar para se sentar.

IV. Ao quão disponível o paciente demonstra-se para marcar a primeira consulta; se ele pede urgência ou quer parar depois de algum tempo; se procura facilitar ou dificultar a marcação dos horários, por exemplo.

Estão corretas as afirmativas

No que se refere às teorias da personalidades a abordagem que possui o pressuposto fundamental que em todo indivíduo existe uma tendência atualizadora, uma tendência inerente ao organismo para crescer, desenvolver e atualizar suas potencialidades numa direção positiva e construtiva é chamada de:

No que se refere a teorias psicoterápicas assinale com (V) para as alternativas verdadeira e com (F) para as alternativas falsas.

( ) A Perspectiva Centrada na Pessoa serve como um modelo de uma pessoa autêntica, oferecendo ao cliente um relacionamento através do qual este pode testar sua própria realidade.

( ) Na Psicanálise não pode-se dizer que há, como nas psicoses, uma tentativas de reparação do rompimento com a realidade, afinal, o conflito neurótico se dá entre o ego e o introjetor.

( ) A Gestalt Terapia age como um catalisador que ajuda o paciente a passar pelos pontos de fuga, de impasse e a perceber como ele se interrompe, como desempenha papéis, etc.

( ) Na Psicoterapia Cognitiva o paciente tem desenvolvimento contínuo, tanto antes quanto depois do tratamento. Nesta abordagem o mesmo está presente e participa da sua melhora.

( ) Na Abordagem Analítica Junguiana a principal meta do processo de individuação é a flexibilização do campo imaginário.

Assinale a sequência correta é:

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