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Durante uma internação psiquiátrica involuntária, um paciente com transtorno psicótico grave recusa-se a ingerir a medicação prescrita. O médico responsável enfrenta o dilema entre respeitar a autonomia do paciente e garantir sua segurança. Considerando os princípios da bioética e as diretrizes do Código de Ética Médica brasileiro, assinale a conduta CORRETA:
Adolescente de 15 anos apresenta queda no rendimento escolar, conflitos familiares e início de experimentação de álcool. Relata sentimentos de inadequação e busca intensa por aceitação em grupos de pares. Sobre a interpretação adequada em relação ao quadro biopsicossocial, é CORRETO afirmar que:
Mulher de 62 anos apresenta há seis semanas humor deprimido, anedonia, culpa excessiva, insônia terminal e perda de peso. Evoluiu com recusa alimentar, permanecendo grande parte do dia imóvel e em silêncio. Ao exame mental, observa-se negativismo e mutismo parcial, sem flutuação do nível de consciência. O diagnóstico e a conduta inicial adequada, respectivamente, são:
Paciente de 19 anos procura atendimento por fraqueza, tontura e palpitações. Relata perda de peso significativa no último ano, medo intenso de ganhar peso e grande insatisfação com a imagem corporal. Refere episódios frequentes de ingestão alimentar mínima ao longo do dia, seguidos de uso diário de laxantes e episódios ocasionais de vômitos autoinduzidos “para evitar engordar”. Ao exame físico, apresenta-se com índice de massa corporal (IMC) = 15,5Kg/m2 , bradicardia com frequência cardíaca (FC) = 46bpm, hipotensão, erosão dentária e aumento discreto das parótidas. Os exames laboratoriais mostram hipocalemia. Com base no quadro clínico, o diagnóstico e a conduta inicial adequada, respectivamente, são:
Mulher de 55 anos, atendida regularmente na clínica da família, apresenta múltiplas queixas físicas e flutuantes nos últimos dois anos, incluindo lombalgia, cefaleias, dores nas pernas e queixas gastrointestinais vagas, todas sem qualquer etiologia orgânica que justifique os sintomas. A paciente insiste em novos exames e demonstra grande sofrimento com suas queixas. Não há sintomas de humor (tristeza ou anedonia). A principal hipótese diagnóstica, nesse caso, é de transtorno: