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Paciente de 28 anos, com esquizofrenia paranoide
refratária, está em uso de clozapina 450mg/dia há
seis meses com resposta parcial (nível sérico de 380 ng/ml). Persistem alucinações auditivas e
delírios persecutórios residuais. Hemograma normal,
sem agranulocitose. O psiquiatra considera
estratégias de potencialização da clozapina. A
associação com evidência científica MAIS robusta,
para aumentar a eficácia em esquizofrenia refratária,
é:
Paciente de 62 anos, portador de transtorno afetivo
bipolar tipo I, em uso de lítio 1200 mg/dia ( litemia: 0,9 mEq/L ) há oito anos com excelente controle do
humor. Desenvolveu insuficiência renal crônica,
estágio 3B ( TFG 38 mL/min/1,73m2 ) e o nefrologista
solicitou ajuste da medicação psiquiátrica. Além
disso, está em uso de losartana, anlodipino,
carvedilol, hidroclorotiazida e sinvastatina. A conduta
MAIS adequada, em relação ao lítio, e o fármaco que
apresenta MAIOR risco de intoxicação por lítio são,
respectivamente,
Homem de 41 anos, policial militar, procura
atendimento sete meses após evento traumático
(confronto com troca de tiros, quando colega
faleceu). Relata recordações intrusivas recorrentes e
involuntárias do evento, pesadelos frequentes,
flashbacks vívidos, desencadeados por sons de
fogos de artifício, evitação persistente de conversas
sobre o ocorrido e do local do confronto,
incapacidade de lembrar aspectos importantes do
trauma, crenças negativas persistentes sobre si
mesmo ("sou incompetente, falhei"), culpa distorcida
sobre as causas do evento, estado emocional
negativo persistente, anedonia, sensação de
distanciamento dos colegas, hipervigilância
constante, resposta de sobressalto exagerada e
insônia. Os sintomas causam sofrimento intenso e
prejuízo no trabalho (foi afastado das atividades
operacionais). Com relação ao especificador do
DSM-5-TR, que deve ser incluído no diagnóstico de
transtorno de estresse pós-traumático desse
paciente, podemos afirmar que:
Mulher de 19 anos, bailarina profissional, é trazida
pela mãe com queixa de emagrecimento acentuado
( IMC atual 14,2 kg/m2 ). A paciente nega estar abaixo
do peso, refere "sentir-se gorda", principalmente no
abdômen e coxas, apresenta medo intenso de
ganhar peso. Amenorreia há cinco meses. Relata
restrição alimentar severa (
700 kcal/dia ) e
exercícios físicos extenuantes ( 4-5 h/dia ). Nega
vômitos autoinduzidos ou uso de laxantes/diuréticos.
Exames laboratoriais indicam anemia leve, leucopenia, hipocalemia leve, bradicardia ( FC = 44 bpm ). O diagnóstico pelo DSM-5-TR e o
especificador de gravidade são, respectivamente,
700 kcal/dia ) e
exercícios físicos extenuantes ( 4-5 h/dia ). Nega
vômitos autoinduzidos ou uso de laxantes/diuréticos.
Exames laboratoriais indicam anemia leve, leucopenia, hipocalemia leve, bradicardia ( FC = 44 bpm ). O diagnóstico pelo DSM-5-TR e o
especificador de gravidade são, respectivamente,
Mulher de 38 anos procura atendimento psiquiátrico
encaminhada por neurologista. Relata que desde os
20 anos apresenta padrão persistente de
instabilidade nos relacionamentos interpessoais
(alternando entre idealização e desvalorização),
impulsividade (gastos excessivos, promiscuidade
sexual, abuso de álcool em binges), instabilidade
afetiva acentuada com episódios de disforia intensa
durando horas, sentimento crônico de vazio, raiva
intensa e inapropriada, e três episódios de autolesão
não suicida (cortes superficiais em antebraços) nos
últimos dois anos, quando se sente "rejeitada ou
abandonada". Nega episódios maníacos,
hipomaníacos ou depressivos maiores estruturados.
O diagnóstico MAIS adequado, segundo DSM-5-TR,
é: