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Assinale a opção que apresenta a técnica de estimulação cerebral não invasiva, na qual há necessidade de sedação do paciente.
Na avaliação de sonolência, utilizamos a escala de 
Maria Lúcia, 28 anos, busca atendimento quatro meses após ter sido vítima de um sequestro relâmpago. 
Ela relata que, desde o evento, sofre com pesadelos vívidos sobre o ocorrido e sente "ondas de pavor" quando ouve freadas de carros na rua. Queixa-se de não conseguir mais dirigir, pois evita qualquer situação que a lembre do trauma.
Seu marido nota que ela está "com os nervos à flor da pele o tempo todo", irritando-se por motivos fúteis e apresentando dificuldades de concentração. Além disso, ela afirma que não consegue se recordar de alguns detalhes específicos do momento em que foi abordada e sente-se "anestesiada" emocionalmente, incapaz de sentir carinho pelos filhos.
Ela tem história de transtorno do pânico diagnosticado e tratado no final da adolescência.
Sobre o caso clínico descrito, analise as afirmativas a seguir.
I. O diagnóstico mais provável é Transtorno de Estresse Pós traumático, manifestando fenômenos de intrusão com reatividade fisiológica/psicológica, evitação, alterações negativas de cognição e humor, dentre outros relevantes para o diagnóstico.
II. Apesar da gravidade da situação, nesses casos o risco de suicídio não é significativamente mais alto do que em outros transtornos mentais, uma vez que não há uma desorganização ideativa global do paciente, seu sofrimento está focado em um evento que pode ser evitado.
III. Conforme os critérios do DSM-5, o transtorno de Pânico é um diagnóstico diferencial a ser considerado, o qual deve manifestar pelo menos quatro dos seguintes sintomas: Palpitações, batimentos cardíacos acelerados ou taquicardia; Sudorese; Tremores ou abalos; Sensação de falta de ar ou sufocamento; Sensação de asfixia; Dor ou desconforto no peito; Náuseas ou desconforto abdominal; Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio; Calafrios ou sensação de calor; Parestesias (sensações de dormência ou formigamento); Desrealização (sensação de irrealidade) ou despersonalização (sensação de distanciamento de si mesmo); Medo de perder o controle ou “enlouquecer”; Medo de morrer.  
Está correto o que se afirma em
O diagnóstico psiquiátrico está baseado no estabelecimento de transtornos mentais e estruturado nos manuais DSM-5 e CID-11.
Sobre a nosologia atual, analise as afirmativas a seguir.
I. O diagnóstico psiquiátrico no DSM é a melhor descrição possível de uma síndrome mental, sendo o transtorno caracterizado por disfuncionalidade – prejuízo e sofrimento.
II. Conforme o DSM deixa claro, o sistema de diagnóstico psiquiátrico sofre importante influência cultural na sua concepção, que, de fato, é consensual, embora baseada em evidências empíricas indiretas.
III. O Research Domain Criteria pretende revolucionar o diagnóstico categorial em psiquiatria, por meio de critérios personalizados, com base na observação objetiva de incontáveis fenômenos mentais e na análise por métodos estatísticos multivariados.  
Está correto o que se afirma em 
Sobre a relação entre o período gestacional, o perinatal e os transtornos mentais, analise as afirmativas a seguir.
I. Conforme as medicações para tratamento de transtorno depressivo na gestação, tem-se como escolha a sertralina, embora possa trazer complicações ao feto no último trimestre, enquanto o uso de lítio na gestação está associado à teratogênese cardíaca.
II. Destacando do DSM-5-TR, “Os transtornos depressivos com início no período periparto devem ser diferenciados da muito mais comum “tristeza pós-parto”, ou o que é conhecido popularmente como “baby blues”. A tristeza pós-parto não é considerada um transtorno mental”.
III. Conforme o DSM-5-TR, há evidências fortes e consistentes de um risco aumentado de episódios de humor (tanto depressão quanto mania) em mulheres com transtorno bipolar tipo I no período pós-parto.
Está correto o que se afirma em