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Mulher de 26 anos procura atendimento psiquiátrico após ter
sido levada 3 vezes ao pronto-socorro, nos últimos dois meses,
sempre com queixa de que “estava morrendo”. Os episódios
apresentaram início súbito, sem fator desencadeante
identificável (no último episódio, estava cochilando), alcançando
pico de intensidade em poucos minutos, com duração total de
aproximadamente 15 minutos, com remissão espontânea.
Manifestaram-se com taquicardia, sudorese, tontura, tremor,
sensação de sufocamento e medo de morrer.
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
Desde o 1º episódio, deixou de sair de casa sozinha, por medo de passar mal e não ter ajuda e sente-se preocupada em ter novas crises, na maior parte do tempo. Em todas às idas ao prontosocorro, eletrocardiograma, dosagem de troponina e exames laboratoriais (inclusive função tireoidiana) encontravam-se dentro da normalidade. Nega uso de substâncias psicoativas, medicações que possam justificar o quadro ou comorbidades. Ao final da consulta, diz estar mais tranquila, por saber que não irá morrer, mas ainda assim afirma que a sensação no momento da crise é desesperadora.
O diagnóstico mais provável é de
Mulher de 27 anos relata que, há 3 semanas, foi vítima de assalto
à mão armada em via pública. Teve uma arma apontada para sua
cabeça, durante aproximadamente dois minutos. Relata que, na
ocasião, “era como estivesse assistindo a tudo de fora do meu
corpo”, com sensação de que aquilo não estava acontecendo
com ela. Foi levada por seu namorado para registrar a ocorrência
na delegacia, mas teve dificuldade para lembrar de detalhes
importantes. Afirma que seu namorado, amigos e família têm lhe
apoiado muito. Nega exposição prévia a eventos potencialmente
traumáticos e antecedentes psiquiátricos.
Considerando o risco de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) após exposição a evento potencialmente traumático (EPT), assinale a afirmativa incorreta.
Considerando o risco de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) após exposição a evento potencialmente traumático (EPT), assinale a afirmativa incorreta.
E.N.M., sexo feminino, 74 anos, é trazida ao ambulatório de
psiquiatria pelo filho, que relata que a mãe está convicta de estar
infestada por "ácaros". O quadro iniciou há aproximadamente 4
meses. Inicialmente, procuraram um dermatologista que afastou
doença cutânea. A seguir, foram a outros dois especialistas, que
foram unânimes na conclusão.
A paciente diz que eles estão equivocados, pois ela sente “os bichinhos andando na pele”. Para embasar sua afirmação, ela trouxe um saquinho plástico com fragmentos de crosta cicatricial e fiapos, que afirma serem os parasitas que retirou de sua pele. Nega uso de álcool ou substâncias. Nega antecedentes psiquiátricos. Não apresenta comorbidades clínicas conhecidas. Fazendo uso regular apenas de carbonato de cálcio e vitamina D para prevenção de osteoporose.
Ao exame, orientada no tempo e no espaço, sem alterações de memória. Pensamento sem alterações de curso ou forma. Apresenta alteração do conteúdo do pensamento (crença irredutível de infestação parasitária). Obteve pontuação de 26/30 no Montreal Cognitive Assessment (MoCA). Exames laboratoriais dentro da normalidade.
A conduta mais adequada, nesse momento, é
A paciente diz que eles estão equivocados, pois ela sente “os bichinhos andando na pele”. Para embasar sua afirmação, ela trouxe um saquinho plástico com fragmentos de crosta cicatricial e fiapos, que afirma serem os parasitas que retirou de sua pele. Nega uso de álcool ou substâncias. Nega antecedentes psiquiátricos. Não apresenta comorbidades clínicas conhecidas. Fazendo uso regular apenas de carbonato de cálcio e vitamina D para prevenção de osteoporose.
Ao exame, orientada no tempo e no espaço, sem alterações de memória. Pensamento sem alterações de curso ou forma. Apresenta alteração do conteúdo do pensamento (crença irredutível de infestação parasitária). Obteve pontuação de 26/30 no Montreal Cognitive Assessment (MoCA). Exames laboratoriais dentro da normalidade.
A conduta mais adequada, nesse momento, é
Homem de 21 anos procura atendimento médico a pedido de sua
mãe, que, desde o início da Copa do Mundo, está preocupada
com seu envolvimento crescente com apostas esportivas online.
Ele relata que começou a apostar há mais de um ano, mas que
precisa apostar valores cada vez mais altos para sentir a mesma
“emoção do início”. Já tentou parar de apostar duas vezes, sem
sucesso. Nessas ocasiões, ficou muito inquieto e irritado.
Reconhece que pensa em apostas mesmo quando está envolvido
em outras atividades. Sua última namorada rompeu o
relacionamento alegando que ele só queria ficar apostando e não
lhe dava mais atenção.
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como
Mulher de 32 anos apresenta primeiro episódio depressivo
maior, de gravidade moderada, sem sintomas psicóticos, ideação
suicida nem comorbidades clínicas relevantes. Na consulta
médica, relata que não gostaria de tomar antidepressivo. Tem
acesso à psicoterapia estruturada (Terapia Cognitivo
Comportamental) na rede em que é atendida.
Considerando-se as diretrizes atuais para tratamento inicial do transtorno depressivo maior moderado, a conduta mais adequada é
Considerando-se as diretrizes atuais para tratamento inicial do transtorno depressivo maior moderado, a conduta mais adequada é