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Paciente do sexo masculino, 28 anos, com diagnóstico de esquizofrenia, é avaliado por meio do instrumento estruturado HCR-20 Assessing Risk for Violence, durante internação por agitação psicomotora em contexto de exacerbação de sintomas psicóticos. O escore total resultante da avaliação classifica o paciente em nível de risco baixo. Entretanto, o item histórico H1 (violência prévia) recebe pontuação máxima, em razão de uma condenação por lesão corporal há 5 anos, e o item clínico C3 (sintomas ativos de doença mental importante) também recebe pontuação máxima, em função dos delírios persecutórios e alucinações de comando presentes no momento do exame.
Diante desse resultado, assinale a afirmativa corta a respeito da conduta que reflete a interpretação adequada do instrumento, segundo a literatura de validação brasileira do HCR-20.
Há 3 semanas, homem de 59 anos sofreu um infarto agudo do miocárdio (IAM) com supradesnivelamento do segmento ST. Foi submetido à angioplastia primária com implante de Stent farmacológico e encontra-se em uso de AAS, clopidogrel, atorvastatina e metoprolol. Desde a alta hospitalar, passou a manifestar humor deprimido, insônia terminal, redução do apetite associada à perda de peso não intencional, pessimismo e fadiga. Preenche critérios diagnósticos para episódio depressivo maior.
O seguinte medicamento apresenta perfil de segurança mais favorável para esse paciente:
Mulher de 27 anos relata que, há 3 semanas, foi vítima de assalto à mão armada em via pública. Teve uma arma apontada para sua cabeça, durante aproximadamente dois minutos. Relata que, na ocasião, “era como estivesse assistindo a tudo de fora do meu corpo”, com sensação de que aquilo não estava acontecendo com ela. Foi levada por seu namorado para registrar a ocorrência na delegacia, mas teve dificuldade para lembrar de detalhes importantes. Afirma que seu namorado, amigos e família têm lhe apoiado muito. Nega exposição prévia a eventos potencialmente traumáticos e antecedentes psiquiátricos.
Considerando o risco de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) após exposição a evento potencialmente traumático (EPT), assinale a afirmativa incorreta. 
E.N.M., sexo feminino, 74 anos, é trazida ao ambulatório de psiquiatria pelo filho, que relata que a mãe está convicta de estar infestada por "ácaros". O quadro iniciou há aproximadamente 4 meses. Inicialmente, procuraram um dermatologista que afastou doença cutânea. A seguir, foram a outros dois especialistas, que foram unânimes na conclusão.
A paciente diz que eles estão equivocados, pois ela sente “os bichinhos andando na pele”. Para embasar sua afirmação, ela trouxe um saquinho plástico com fragmentos de crosta cicatricial e fiapos, que afirma serem os parasitas que retirou de sua pele. Nega uso de álcool ou substâncias. Nega antecedentes psiquiátricos. Não apresenta comorbidades clínicas conhecidas. Fazendo uso regular apenas de carbonato de cálcio e vitamina D para prevenção de osteoporose.
Ao exame, orientada no tempo e no espaço, sem alterações de memória. Pensamento sem alterações de curso ou forma. Apresenta alteração do conteúdo do pensamento (crença irredutível de infestação parasitária). Obteve pontuação de 26/30 no Montreal Cognitive Assessment (MoCA). Exames laboratoriais dentro da normalidade.
A conduta mais adequada, nesse momento, é 
Homem de 21 anos procura atendimento médico a pedido de sua mãe, que, desde o início da Copa do Mundo, está preocupada com seu envolvimento crescente com apostas esportivas online. Ele relata que começou a apostar há mais de um ano, mas que precisa apostar valores cada vez mais altos para sentir a mesma “emoção do início”. Já tentou parar de apostar duas vezes, sem sucesso. Nessas ocasiões, ficou muito inquieto e irritado. Reconhece que pensa em apostas mesmo quando está envolvido em outras atividades. Sua última namorada rompeu o relacionamento alegando que ele só queria ficar apostando e não lhe dava mais atenção.
Ele alega que isso uma fase na qual estava perdendo dinheiro com frequência e, por isso, precisava jogar para “recuperar as perdas”. Mentiu para a família sobre quanto já perdeu em apostas e quanto deve a amigos de empréstimos contraídos para apostar. Já chamaram sua atenção duas vezes no trabalho, por estar apostando durante o expediente.
Considerando-se os conceitos e classificação de risco para pessoas com problemas relacionados a jogos de apostas, preconizados pelo Ministério da Saúde, o quadro deve ser classificado como