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Mulher de 45 anos procura atendimento relatando preocupação constante com sua saúde, com medo recorrente de que algo grave possa acontecer.

Nos episódios mais intensos, refere dor precordial associada à sensação de taquicardia, tontura, parestesias e impressão de “morte iminente”. Os sintomas costumam durar poucos minutos, mas são descritos como altamente desconfortáveis. Nega uso de substâncias ou histórico de outras doenças.

Com base no quadro clínico, o diagnóstico mais provável é
Psiquiatra opta por substituir o tratamento de um paciente com episódio depressivo maior, trocando um antidepressivo tricíclico por um inibidor irreversível da monoamina oxidase (IMAO).

Em relação a essa conduta, assinale a afirmativa correta.
Uma criança de 8 anos foi levada à consulta na Unidade Básica de Saúde devido a queixas de baixo rendimento escolar e episódios descritos pelos pais como “apagões”. Durante a anamnese, o médico suspeitou de um tipo específico de crise epiléptica e realizou a manobra de hiperventilação, que desencadeou um episódio caracterizado por breve interrupção da consciência, com postura imóvel e olhar fixo por alguns segundos, seguido de retorno espontâneo à atividade anterior. Pequenos movimentos das pálpebras foram observados.

Os pais relataram que esses episódios ocorriam diversas vezes ao dia, mas, por serem muito breves, passaram despercebidos por algum tempo. O médico iniciou tratamento com etossuximida, com boa resposta em relação às crises. No entanto, após o início do tratamento, a mãe observou que a criança passou a apresentar alucinações visuais, acreditando firmemente nas imagens que via.

Diante desse quadro, a conduta mais adequada deve ser adotada.
Durante uma avaliação neuropsiquiátrica, um paciente relata frequentemente ver “rostos nas paredes” e “pessoas escondidas entre os móveis”, embora admita que essas imagens desaparecem quando ele presta mais atenção.

Esse tipo de distorção perceptiva, chamada pareidolia, é mais característico de
Homem de 48 anos é levado por seus filhos para a emergência de hospital municipal com histórico de etilismo crônico. Segundo os familiares, ele consome bebidas destiladas quase todos os dias e mantém alimentação bastante irregular.

Há 5 dias, apresenta episódios de confusão mental e quedas frequentes. Está há 3 dias sem ingerir álcool, mas sem melhora clínica. No exame físico, observa-se paciente caquético, desorientado no tempo e no espaço, com nistagmo horizontal bilateral, dificuldade de atenção, marcha instável e equilíbrio prejudicado. Não há relato de trauma craniano.

Com base no quadro clínico agudo, a hipótese diagnóstica mais provável é