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O transtorno do espectro autista é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta diferentes áreas do funcionamento infantil, incluindo a comunicação, a interação social e o comportamento. As manifestações podem variar em intensidade e forma, mas se observa usualmente a presença de

A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera, como fator de risco de comportamento suicida em adolescentes e crianças, a(s):
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Uma criança de 8 anos foi levada à consulta na Unidade Básica de Saúde devido a queixas de baixo rendimento escolar e episódios descritos pelos pais como “apagões”. Durante a anamnese, o médico suspeitou de um tipo específico de crise epiléptica e realizou a manobra de hiperventilação, que desencadeou um episódio caracterizado por breve interrupção da consciência, com postura imóvel e olhar fixo por alguns segundos, seguido de retorno espontâneo à atividade anterior. Pequenos movimentos das pálpebras foram observados.

Os pais relataram que esses episódios ocorriam diversas vezes ao dia, mas, por serem muito breves, passaram despercebidos por algum tempo. O médico iniciou tratamento com etossuximida, com boa resposta em relação às crises. No entanto, após o início do tratamento, a mãe observou que a criança passou a apresentar alucinações visuais, acreditando firmemente nas imagens que via.

Diante desse quadro, a conduta mais adequada deve ser adotada.
Menino de 8 anos, apresenta episódios frequentes de incontinência fecal na roupa íntima, mesmo após já ter aprendido a usar o banheiro. Há queixas de dor durante a evacuação e um histórico de constipação crônica com retenção voluntária das fezes. O exame físico indica impacto fecal sem alterações estruturais ou neurológicas.

Avaliando o quadro clínico, o diagnóstico que melhor corresponde a essa situação é
Durante avaliação psiquiátrica infantil, a mãe de um menino de 8 anos apresenta relatório da escola que descreve postura resistente à autoridade escolar, frequentes discussões com adultos, irritabilidade acentuada e tendência a culpar terceiros por seu comportamento. Não há indícios de agressividade física ou destruição de propriedade. A mãe confirma contínuos episódios de “falta de respeito”.

O diagnóstico que melhor se compatibiliza com esse quadro clínico é o transtorno