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O vício em apostas é uma condição psiquiátrica denominada clinicamente como “jogo patológico” ou “transtorno do jogo”. Trata-se de um problema de saúde mental reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e previsto tanto na Classificação Internacional de Doenças (CID) quanto no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM).
Considerada um transtorno dos hábitos e dos impulsos, a condição tem como principal característica a ocorrência de episódios repetidos e frequentes de jogo, que dominam a vida da pessoa. Com isso, ela torna-se incapaz de controlar o tempo e o dinheiro gastos, mesmo em situações em que isso leva a prejuízos sociais, profissionais e familiares.
Embora esse tipo de dependência já seja documentado há décadas pelos especialistas, com a popularização das plataformas de apostas online – as famosas bets –, esse comportamento danoso ganhou nova roupagem e proporção.
HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN. O risco das “bets”: 5 pontos para entender o vício em apostar. Vida Saudável, 15 jan. 2025. Disponível em: https://vidasaudavel.einstein.br/o-risco-das-bets-5-pontos-para-entender-o-vicioem-apostar/
O vício em plataformas de aposta tem gerado preocupação entre autoridades, e os brasileiros podem ter perdido até 35,9 bilhões de reais com essa prática em 2024, segundo estudos.
Com base no texto, assinale a opção que melhor reflete um aspecto relevante associado ao vício em apostas.
Em relação às ações policiais num contexto de generalização da insegurança e da reativação de estigmas socioespaciais que associam diretamente a pobreza com a violência, podemos observar que as periferias pobres das diferentes cidades são os espaços nos quais as violências legitimadas socialmente podem e são praticadas, em grande parte das vezes de forma indiscriminada – pelo simples fato de morar em um bairro pobre, o citadino está sujeito à suspeição do restante da sociedade e da polícia, o que faz com que seja tratado a priori como bandido.
MAGRINI, Maria. A gestão da (in)segurança urbana pelo estado: fragmentação das identidades e das sociabilidades cotidianas. Ariús, Campina Grande, v. 20, n.2, pp. 39- 57, jul./dez. 2014.
Para superar o problema socioespacial apresentado no texto, avalie se é necessário que os profissionais em ação:
I. respeitem a dignidade da pessoa humana dependendo de sua classe social, moradia, zona em que reside e cor da sua pele;
II. acatem a integridade física, moral e psíquica da pessoa do preso ou de quem seja objeto de incriminação;
III. exerçam a função pública, seja em zona central ou periférica, com honestidade, não aceitando vantagem indevida de qualquer espécie.
Está correto o que se afirma em