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Sobre o argumento a favor do monismo fisicalista analise as afirmativas e marque a alternativa correta.
I. Um dos argumentos principais a favor do fisicalismo refere-se à conexão causal entre estados cerebrais e estados mentais. II. Esse nexo causal é empiricamente verificável quando se evidencia que a eliminação ou alteração de uma etapa, sequer na sequência de transmissão dos impulsos nervosos, é suficiente para modificar o estado mental. III. Isso leva à consideração de que tudo o que acontece na nossa consciência depende do que acontece no nosso corpo. O estado consciente seria assim o resultado de uma, certa configuração cerebral. IV. A dor que sentimos, por exemplo, no dedo do pé quando topamos numa pedra, se reduz, em última instância, às alterações químicas e elétricas nas células nervosas que compõem o nosso cérebro, estimuladas pelos impulsos transmitidos pelos nervos do nosso pé ao cérebro.
I. Um dos argumentos principais a favor do fisicalismo refere-se à conexão causal entre estados cerebrais e estados mentais. II. Esse nexo causal é empiricamente verificável quando se evidencia que a eliminação ou alteração de uma etapa, sequer na sequência de transmissão dos impulsos nervosos, é suficiente para modificar o estado mental. III. Isso leva à consideração de que tudo o que acontece na nossa consciência depende do que acontece no nosso corpo. O estado consciente seria assim o resultado de uma, certa configuração cerebral. IV. A dor que sentimos, por exemplo, no dedo do pé quando topamos numa pedra, se reduz, em última instância, às alterações químicas e elétricas nas células nervosas que compõem o nosso cérebro, estimuladas pelos impulsos transmitidos pelos nervos do nosso pé ao cérebro.
Disciplina:
Filosofia
Marx afirma, no pósfacio da 2ª edição alemã do Capital, que:
“Meu método dialético, em seus fundamentos, não é apenas diferente do método hegeliano, mas exatamente seu oposto. Para Hegel, o processo de pensamento, que ele, sob o nome de Ideia, chega mesmo a transformar num sujeito autônomo, é o demiurgo do processo efetivo, o qual constitui apenas a manifestação externa do primeiro. Para mim, ao contrário, o ideal não é mais do que o material, transposto e traduzido na cabeça do homem. (...)
(...) A mistificação que a dialética sofre nas mãos de Hegel não impede em absoluto que ele tenha sido o primeiro a expor, de modo amplo e consciente, suas formas gerais de movimento. Nele, ela se encontra de cabeça para baixo. É preciso desvirá-la, a fim de descobrir o cerne racional dentro do invólucro místico.”
(MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I. Tradução Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013. p.78-79)
Ao delimitar uma diferença entre sua dialética e a dialética hegeliana, Marx transporta sua dialética das ideias para a realidade social em contradição. Refletindo sobre a dialética em Marx, podemos AFIRMAR que:
“Meu método dialético, em seus fundamentos, não é apenas diferente do método hegeliano, mas exatamente seu oposto. Para Hegel, o processo de pensamento, que ele, sob o nome de Ideia, chega mesmo a transformar num sujeito autônomo, é o demiurgo do processo efetivo, o qual constitui apenas a manifestação externa do primeiro. Para mim, ao contrário, o ideal não é mais do que o material, transposto e traduzido na cabeça do homem. (...)
(...) A mistificação que a dialética sofre nas mãos de Hegel não impede em absoluto que ele tenha sido o primeiro a expor, de modo amplo e consciente, suas formas gerais de movimento. Nele, ela se encontra de cabeça para baixo. É preciso desvirá-la, a fim de descobrir o cerne racional dentro do invólucro místico.”
(MARX, Karl. O capital: crítica da economia política. Livro I. Tradução Rubens Enderle. São Paulo: Boitempo Editorial, 2013. p.78-79)
Ao delimitar uma diferença entre sua dialética e a dialética hegeliana, Marx transporta sua dialética das ideias para a realidade social em contradição. Refletindo sobre a dialética em Marx, podemos AFIRMAR que:
Na seção da Crítica da razão pura intitulada de Estética Transcendental Kant pretende tratar das(os):
Julgue o item a seguir, a respeito da razão inata e da razão adquirida.
Segundo Descartes, as ideias inatas são simples.
Julgue o item a seguir, a respeito da razão inata e da razão adquirida.
Segundo os empiristas, a razão é uma maneira de conhecer, adquirida no decorrer da vida.