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Concurso:
Prefeitura de Balneário Camboriú - SC
Disciplina:
Sociologia
A identidade entre linguagem e vestuário estabelece um bom exercício de reflexão - se a moda é uma forma de linguagem, ao vestir-se o indivíduo incorpora, ao conjunto geral da sua aparência, valores semânticos que são captados por aqueles à sua volta.
Essa afirmação é do autor(a) sociólogo(a), crítico literário, semiólogo e filósofo francês:
Concurso:
Colégio Pedro II
Disciplina:
Sociologia
A interpretação original de Gilberto Freyre sobre a formação nacional brasileira reside de forma
geral na força marcante de influências dos:
Antagonismos de economia e de cultura. A cultura europeia e a indígena. A europeia e a africana. A africana e a indígena. A economia agrária e a pastoril. A agrária e a mineira. O católico e o herege. O jesuíta e o fazendeiro. O bandeirante e o senhor de engenho. O paulista e o emboaba. O pernambucano e o mascate. O grande proprietário e o pária. O bacharel e o analfabeto. Mas predominando sobre todos os antagonismos, o mais geral e o mais profundo: o senhor e o escravo. (FREYRE, 1999, p. 53)
FREYRE, G. Casa-grande & senzala. Rio de Janeiro: Record, 1999.
Apesar da grande repercussão de sua interpretação, que eliminou o biologicismo do racismo científico em favor de uma leitura culturalista das relações raciais no Brasil, sua obra foi alvo de muitas críticas.
A tese central de sua interpretação sociológica da formação social brasileira e uma crítica fundamental ao seu pensamento podem ser resumidas, respectivamente, pelas ideias de
Antagonismos de economia e de cultura. A cultura europeia e a indígena. A europeia e a africana. A africana e a indígena. A economia agrária e a pastoril. A agrária e a mineira. O católico e o herege. O jesuíta e o fazendeiro. O bandeirante e o senhor de engenho. O paulista e o emboaba. O pernambucano e o mascate. O grande proprietário e o pária. O bacharel e o analfabeto. Mas predominando sobre todos os antagonismos, o mais geral e o mais profundo: o senhor e o escravo. (FREYRE, 1999, p. 53)
FREYRE, G. Casa-grande & senzala. Rio de Janeiro: Record, 1999.
Apesar da grande repercussão de sua interpretação, que eliminou o biologicismo do racismo científico em favor de uma leitura culturalista das relações raciais no Brasil, sua obra foi alvo de muitas críticas.
A tese central de sua interpretação sociológica da formação social brasileira e uma crítica fundamental ao seu pensamento podem ser resumidas, respectivamente, pelas ideias de
Concurso:
Colégio Pedro II
Disciplina:
Sociologia
Em texto presente no volume da coleção Os Pensadores dedicado a Emile Durkheim, o autor se
refere à ideia de suicídio.
DURKHEIM, E. Emile Durkheim. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores).
Sobre esse assunto, é correto afirmar que, para Durkheim,
DURKHEIM, E. Emile Durkheim. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Coleção Os Pensadores).
Sobre esse assunto, é correto afirmar que, para Durkheim,
Concurso:
Colégio Pedro II
Disciplina:
Sociologia
Pesquisa aponta que brasileiros ficaram mais individualistas na pandemia
Valorização da própria segurança, busca por poder econômico e social e desejo de aproveitar mais os prazeres da vida estão entre as prioridades dos brasileiros. Diante do medo de ser infectado e das preocupações decorrentes da crise econômica, brasileiros passaram a valorizar mais a própria segurança e a de parentes próximos, no que diz respeito à saúde e ao bem-estar; desenvolveram atitudes mais individualistas e de dominância, com relação ao dinheiro e à posição social, e ainda despertaram um desejo maior de aproveitar a vida, segundo estudo realizado pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e publicado na revista científica Personality and Individual Differences. A pesquisa contou com a participação de 578 brasileiros – 70% eram mulheres com idade média de 39 anos […].
“Os valores que observamos sobressaindo entre os brasileiros não são tão desejáveis, quando pensamos em um contexto colaborativo de sociedade, uma vez que motivam ações e pensamentos mais restritos a um ciclo pequeno de pessoas, ao invés de pensar no coletivo. Despertam ações individualistas e egoístas, colocando o seu próprio prazer acima do de outras pessoas. Valores altruístas e de atenção ao coletivo parecem ter diminuído”, explica Ronald Fischer, psicólogo e pesquisador do IDOR.
CNN BRASIL, 21 jul. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 7 set. 2022.
O termo “individualismo” é amplamente utilizado na modernidade e na pós-modernidade. Os usos coletivos desse termo, tanto no âmbito do senso comum quanto no debate acadêmico, podem configurar percepções diferenciadas. Elias (1994) propõe um olhar sociológico específico para a suposta dicotomia entre “indivíduo” e “sociedade”.
ELIAS, N. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
A interpretação do “individualismo”, com base na análise do autor, é de que
Valorização da própria segurança, busca por poder econômico e social e desejo de aproveitar mais os prazeres da vida estão entre as prioridades dos brasileiros. Diante do medo de ser infectado e das preocupações decorrentes da crise econômica, brasileiros passaram a valorizar mais a própria segurança e a de parentes próximos, no que diz respeito à saúde e ao bem-estar; desenvolveram atitudes mais individualistas e de dominância, com relação ao dinheiro e à posição social, e ainda despertaram um desejo maior de aproveitar a vida, segundo estudo realizado pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) e publicado na revista científica Personality and Individual Differences. A pesquisa contou com a participação de 578 brasileiros – 70% eram mulheres com idade média de 39 anos […].
“Os valores que observamos sobressaindo entre os brasileiros não são tão desejáveis, quando pensamos em um contexto colaborativo de sociedade, uma vez que motivam ações e pensamentos mais restritos a um ciclo pequeno de pessoas, ao invés de pensar no coletivo. Despertam ações individualistas e egoístas, colocando o seu próprio prazer acima do de outras pessoas. Valores altruístas e de atenção ao coletivo parecem ter diminuído”, explica Ronald Fischer, psicólogo e pesquisador do IDOR.
CNN BRASIL, 21 jul. 2021. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br. Acesso em: 7 set. 2022.
O termo “individualismo” é amplamente utilizado na modernidade e na pós-modernidade. Os usos coletivos desse termo, tanto no âmbito do senso comum quanto no debate acadêmico, podem configurar percepções diferenciadas. Elias (1994) propõe um olhar sociológico específico para a suposta dicotomia entre “indivíduo” e “sociedade”.
ELIAS, N. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994.
A interpretação do “individualismo”, com base na análise do autor, é de que
Em “A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo”, Max Weber examina como os valores religiosos, especialmente os da
ética protestante, contribuíram para o desenvolvimento do capitalismo moderno no Ocidente. Com base nas ideias apresentadas por Weber nessa obra, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Weber argumenta que a ética protestante, particularmente o calvinismo, incentivava uma vida ascética, onde o trabalho árduo e a acumulação de riqueza eram vistos como sinais de favor divino, incentivando uma mentalidade favorável ao desenvolvimento capitalista.
( ) A obra de Weber afirma que o capitalismo ocidental surgiu apenas por influência direta da ética protestante, e que sociedades sem essa base religiosa não poderiam desenvolver um sistema capitalista.
( ) Weber identifica o conceito de “vocação” ou “chamado” como fundamental na ética protestante, o que levou muitos protestantes a verem o trabalho como uma missão sagrada e a desempenhá-lo com dedicação e disciplina.
( ) Weber considera o desenvolvimento da racionalidade econômica como um aspecto central do capitalismo moderno, explicando que a busca racional pela maximização de lucros e o reinvestimento sistemático diferenciam esse sistema de formas econômicas tradicionais.
( ) Weber considera a racionalidade econômica e a organização sistemática do trabalho como características do capitalismo moderno, contrastando com formas econômicas anteriores que não tinham uma orientação racional para a acumulação e o reinvestimento do lucro.
A sequência está correta em
( ) Weber argumenta que a ética protestante, particularmente o calvinismo, incentivava uma vida ascética, onde o trabalho árduo e a acumulação de riqueza eram vistos como sinais de favor divino, incentivando uma mentalidade favorável ao desenvolvimento capitalista.
( ) A obra de Weber afirma que o capitalismo ocidental surgiu apenas por influência direta da ética protestante, e que sociedades sem essa base religiosa não poderiam desenvolver um sistema capitalista.
( ) Weber identifica o conceito de “vocação” ou “chamado” como fundamental na ética protestante, o que levou muitos protestantes a verem o trabalho como uma missão sagrada e a desempenhá-lo com dedicação e disciplina.
( ) Weber considera o desenvolvimento da racionalidade econômica como um aspecto central do capitalismo moderno, explicando que a busca racional pela maximização de lucros e o reinvestimento sistemático diferenciam esse sistema de formas econômicas tradicionais.
( ) Weber considera a racionalidade econômica e a organização sistemática do trabalho como características do capitalismo moderno, contrastando com formas econômicas anteriores que não tinham uma orientação racional para a acumulação e o reinvestimento do lucro.
A sequência está correta em