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O ser autêntico na sociedade de consumo é apresentado por Zygmunt Bauman, em seu livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, no seguinte trecho: “Os membros da sociedade de consumidores são eles próprios mercadorias de consumo, e é a qualidade de ser uma mercadoria de consumo que os torna membros autênticos dessa sociedade”.
Segundo Bauman, a noção de “autenticidade” dos indivíduos está relacionada 
A caracterização do sujeito pós-moderno é dada por Stuart Hall, em seu livro A identidade cultural na pós-modernidade, como se segue: “O sujeito pós-moderno é conceptualizado como não tendo uma identidade fixa, essencial ou permanente. A identidade torna-se uma ‘celebração móvel” (Adaptado).
Em sua caracterização de sujeito pós-moderno, Stuart Hall enfatiza a 
Zygmunt Bauman, em seu livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, argumenta que a sociedade de consumo: “tem como base de suas alegações a promessa de satisfazer os desejos humanos em um grau que nenhuma sociedade do passado pode alcançar, ou mesmo sonhar, mas a promessa de satisfação só permanece sedutora enquanto o desejo continua insatisfeito”.
Para Zigmunt Bauman, a sociedade de consumo mantém-se pela 
Em seu texto A práxis e a compreensão da práxis: sobre as teses as Feuerbach, Wolfdietrich Schmied-Kowarzik afirma que: “A práxis revolucionária em Marx implica a tarefa a ser iniciada e permanentemente continuada, a fim de que os seres humanos não se deixem mais determinar por relações sociais estranhadas que foram inconscientemente por eles mesmos produzidas, e, assim, efetivamente se tornem os sujeitos conscientes de sua história” (Adaptado).
De acordo com Schmied-Kowarzik, a práxis revolucionária na perspectiva marxista tem como objetivo central 
Em seu livro Ensaio de Sociologia, Max Weber avalia a conduta ética como se segue: “Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente orientada pode ser guiada por uma de duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma ‘ética das últimas finalidades’, ou para uma ‘ética da responsabilidade’”.
Conforme Max Weber, a conduta ética pode ser orientada pela