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Stuart Hall explica o problema central de seu livro A identidade cultural na pós-modernidade na seguinte passagem: “A questão da identidade está sendo extensamente discutida na teoria social. Em essência, o argumento é o seguinte: as velhas identidades, que por tanto tempo estabilizaram o mundo social, estão em declínio, fazendo surgir novas identidades e fragmentando o indivíduo moderno, até aqui visto como um sujeito unificado”.
Segundo Stuart Hall, a crise de identidades na pós-modernidade implica a 

A Comunicação Não Violenta (CNV) é uma ferramenta essencial na promoção da Justiça Restaurativa. Por meio da empatia e do reconhecimento de sentimentos e necessidades, ela favorece ambientes mais respeitosos e colaborativos. Nesse contexto, são benefícios da Comunicação Não Violenta:



I.Melhoria nas Relações, tendo em vista que a CNV promove a empatia e a compreensão, fortalecendo as relações interpessoais e profissionais.


II.Resolução de Conflitos, tendo em vista que a CNV facilita a resolução de conflitos de maneira pacífica e eficaz, evitando ressentimentos e mágoas.


III.Ambiente Positivo, tendo em vista que a CNV cria um ambiente de respeito e colaboração, essencial para o trabalho em equipe e a convivência familiar.



É CORRETO o que se afirma em:

A divisão do trabalho é característica das sociedades complexas e, no caso da divisão técnica, seus fundamentos são essenciais para o aumento da produtividade nas organizações industriais. No entanto, diversos autores formularam críticas a esse processo, quando essa divisão se manifesta de forma excessivamente pormenorizada. Entre as principais críticas, destaca-se 

Em capítulo dedicado à análise das concepções de sociologia da religião de Max Weber, Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira esclarecem que: “Para atender às necessidades dos menos afortunados, mágicos e sacerdotes passam a exercer funções mais mundanas de aconselhamento sobre a vida, reforçadas com a criação de uma religiosidade em torno de um salvador daqueles expostos à privação, produzindo uma visão do mundo na qual o infortúnio individual possui valor positivo. No caso do cristianismo, construiu-se sobre a figura de um redentor uma explicação racional para a história da humanidade, sendo a mortificação e a abstinência voluntária justificáveis pelo seu papel na salvação” (2017. Adaptado).


Segundo as autoras, Max Weber considera que a necessidade de salvação postulada por algumas religiões 

Como indica Zigmunt Bauman, no livro Vida para consumo: a transformação das pessoas em mercadoria, “é inquestionável que as várias formas de viver e os fenômenos sociais que podem ser apresentados como universalmente presentes entram em algum tipo de configuração. O modelo do ‘consumismo’ aqui proposto, assim como os da ‘ sociedade de consumidores’ e da ‘cultura de consumo’, são o que Max Weber denominou abstrações que tentam apreender a singularidade de uma configuração composta de ingredientes que não são singulares” (Bauman, 2022. Adaptado).


Ressalta o autor que tais abstrações são também denominadas por Max Weber como