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Em uma de suas primeiras análises da sociedade moderna, Marx, s.d., destaca o caráter contraditório que assola os homens em suas vivências concretas. Assevera ele que, “o homem leva, não só no plano do pensamento, da consciência, mas também no plano da realidade, da vida, uma dupla vida: uma celestial e outra terrena, a vida na comunidade política, na qual ele se considera um ser coletivo, e a vida na sociedade civil, em que atua como particular; considera outros homens como meios, degrada-se a si próprio como meio e converte-se em joguete de poderes estranhos” A instituição política e social a qual, segundo Marx, no aludido texto, atua como vértice de tal duplicidade é a(o):
“Uma relação social fechada para fora ou cujo regulamento limita a participação quando a observação de sua ordem está garantida pelo comportamento de determinadas pessoas, destinado particularmente a esse propósito: de um dirigente e, eventualmente, um quadro administrativo que, dado o caso, tem também, em condições normais, o poder de representação”. A definição acima, delineada por Max Weber,2009, corresponde exatamente ao conceito de:
Marx inicia sua grande crítica do sistema capitalista pela análise da mercadoria. Tal atitude deve-se ao fato de a mercadoria desempenhar um lugar central na constituição desse sistema. À mercadoria cabe satisfazer às necessidades tanto do estômago quanto as da fantasia. Esse primado lógico que Marx lhe confere é devido ao fato de ela, no âmago das sociedades modernas, desempenhar o papel de unidade fundamental de expressão da(o):
Para Durkheim,1999, quando “a divisão do trabalho não produz a solidariedade” isso se deve ao fato de que “as relações dos órgãos não estão regulamentadas”, o que as coloca em um estado definido como:
Figura incontornável a qualquer discussão sobre o mundo do trabalho o conhecimento acerca das reflexões de Karl Marx sobre tal tema. Em uma das melhores sínteses sobre esse assunto, o professor de sociologia da Universidade de Paris-V, Jan Spurk, assevera com contundência que Marx recusa vivamente a ideia de que o trabalho seja um dado natural. O trabalho é forjado, condicionado e socializado para tornar-se a parte efetivamente geradora do valor no âmbito do processo de reprodução ampliada do capital.(Karl Marx, in, MERCURE, D. & SPURK, J (orgs),2005)
O conceito a seguir que perfaz plenamento tal aspecto fundamental é o de:
O conceito a seguir que perfaz plenamento tal aspecto fundamental é o de: