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Amaury Cesar Moraes e Elisabeth da Fonseca Guimarães, no texto Metodologia de Ensino de Ciências Sociais: relendo as OCEM-Sociologia, esclarecem que: “Há uma tendência sempre recorrente de se explicarem as relações sociais, as instituições, os modos de vida, as ações humanas, coletivas ou individuais, a estrutura social, a organização política etc. com argumentos naturalizadores. Primeiro, perde-se de vista a historicidade desses fenômenos, isto é, que nem sempre foram assim; segundo, que certas mudanças ou continuidades históricas decorrem de decisões, e essas, de interesses, ou seja, de razões objetivas e humanas” (2010).


Para Amaury Cesar Moraes e Elisabeth da Fonseca Guimarães, os argumentos naturalizadores devem ser

Tânia Quintaneiro, Maria Lígia de O. Barbosa e Márcia Gardênia M. de Oliveira, no livro Um toque dos clássicos: Marx, Durkheim e Weber, esclarecem que Karl Marx: “afirma que a compreensão positiva das coisas inclui, ao mesmo tempo, o conhecimento de sua negação fatal, de sua destruição necessária, porque ao captar o próprio movimento, do qual todas as formas acabadas são apenas uma configuração transitória, nada pode detê-la, porque em essência é ‘crítica e revolucionária’. Com isso, reforçam as diferenças entre sua interpretação da realidade e as anteriores. Enquanto para Hegel a história da humanidade nada mais é do que a história do desenvolvimento do Espírito, Marx e Engels colocam como ponto de partida os indivíduos reais, a sua ação e as suas condições materiais de existência” (2017. Adaptado).


Segundo as autoras, o método de análise da realidade social proposto por Marx e Engels foi denominado

No livro A identidade cultural na pós-modernidade, Stuart Hall esclarece: “É agora um lugar-comum dizer que a época moderna europeia fez surgir uma forma nova e decisiva de individualismo, no centro da qual erigiu-se uma nova concepção do sujeito individual e sua identidade. Isto não significa que nos tempos pré-modernos as pessoas não eram indivíduos, mas que a individualidade era tanto ‘vivida’ quanto ‘conceitualizada’ de forma diferente. As transformações associadas à modernidade libertaram o indivíduo de seus apoios estáveis nas tradições e nas estruturas” (2018. Adaptado).


Para Stuart Hall, as estruturas pré-modernas fragilizadas pelas transformações ocorridas na Europa a partir do século XVII

Considere as afirmações sobre ética profissional no contexto social e formativo:

I.A ética profissional pode reforçar ou se contrapor a valores adquiridos na socialização primária.
II.A formação profissional é o único referencial ético utilizado no exercício da profissão.
III.O ethos profissional é construído a partir das demandas sociais e das respostas ético-morais da profissão.

É correto o que se afirma em:
Considere as afirmações sobre ética profissional no contexto social e formativo:

I.A ética profissional pode reforçar ou se contrapor a valores adquiridos na socialização primária.
II.A formação profissional é o único referencial ético utilizado no exercício da profissão.
III.O ethos profissional é construído a partir das demandas sociais e das respostas ético-morais da profissão.

É correto o que se afirma em: