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“No dia 22 de outubro de 1912, na localidade de Irani, então município de Palmas, em região contestada entre os estados de Santa Catarina e do Paraná, travou-se violento combate entre a força do Regimento de Segurança do Paraná e os sertanejos que seguiam o ‘monge’ José Maria. Na peleja, conhecida como Combate de Irani, morreram 11 soldados e 6 caboclos, entre eles o comandante do Regimento, coronel João Gualberto Gomes de Sá e o curandeiro José Maria. Esse foi o primeiro combate da Guerra do Contestado, conflito que se estendeu até janeiro de 1916.”
(BITTENCOURT, Circe (Org.). Dicionário de datas da história do Brasil. São Paulo: Contexto, 2012. p. 185.)
Considerando a Guerra do Contestado (1912–1916), examine as afirmativas a seguir e assinale aquela que apresenta formulação historicamente correta.
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CALIXTO, Benedito. Proclamação da República, 1893. Óleo sobre tela.

A crise do Império brasileiro, nas décadas finais do século XIX, esteve profundamente associada às transformações estruturais do sistema escravista e às tensões políticas decorrentes de sua desagregação. A abolição da escravidão, em 1888, ao mesmo tempo em que representou a ruptura formal com a base do trabalho cativo, produziu reconfigurações nas alianças políticas que sustentavam o regime monárquico.

CARVALHO, José Murilo de. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. Adaptado.

A partir das informações contidas no texto, na imagem que retrata o golpe militar de 1889 e nos conhecimentos sobre a crise do Império, a abolição da escravidão e a Proclamação da República são eventos estruturalmente conectados, porque
A emancipação político-administrativa de Novo Hamburgo foi resultado de um longo movimento liderado por representantes da comunidade local. A partir de 1924, o Comitê Pró-Vilamento e, posteriormente, a Comissão Emancipacionista buscaram a aprovação do Conselho Municipal de São Leopoldo para a emancipação, mas não obtiveram êxito. A autonomia do município somente foi alcançada por meio da intervenção direta do governo estadual, que editou o Decreto nº 3.818, de 5 de abril de 1927, criando oficialmente o município de Novo Hamburgo. A emancipação de Novo Hamburgo ocorreu durante o governo de: 
“A pequena ferrovia de Jatobá a Piranhas, contornando a cachoeira de Paulo Afonso, e outra, a Madeira-Mamoré determinada aliás, esta última, por outros fatores, de natureza política e internacional, são como ecos longínquos e apagados daquela obra. Nenhuma das duas estradas vingou, e ambas apenas vegetam numa vida obscura e por enquanto ainda sem perspectivas. Não chegou ainda a hora de reatarmos uma tradição e uma tendência, de tão grande alcance para a nacionalidade, e que o progresso veio tão paradoxalmente abafar.”

(Adapt. PRADO JÚNIOR, Caio. Formação do Brasil contemporâneo. São Paulo: Brasiliense,1961. p.263.)

A historiografia destaca que determinadas obras ferroviárias do século XIX e início do século XX responderam a motivações distintas. Considerando as afirmativas a seguir, é correto afirmar que a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré:
A Revolta da Chibata ocorreu na cidade do Rio de Janeiro durante a Primeira República, mais precisamente no governo de um presidente que fez carreira como militar. Esse presidente é: