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Doroteia, de 57 anos, moradora do Viçoso Jardim, vai à consulta de rotina agendada, por solicitação da ESF. Tem diagnóstico de diabetes mellitus tipo 2 há cinco anos. Encontra-se assintomática, sem uso de medicações, e relata histórico familiar de doença coronariana (dois irmãos, aos 45 e 48 anos, submetidos à cirurgia de revascularização do miocárdio). Exame clínico: PA 140 x 80 mmHg, FC 64 bpm, IMC 31,2 kg/m2, restante sem alterações. Exames laboratoriais: colesterol total 204 mg; LDL 122 mg; HDL 38 mg; triglicérides 216 mg; glicemia de jejum 152 mg; HbA1c 7,6 %; PCR ultrassensível 4,1 mg; creatinina 0,8 mg; hemograma, transaminases, CPK, função tireoidiana e urina tipo 1 normais. Para reduzir morbidade e mortalidade cardiovascular nessa paciente, deve-se utilizar:
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O tratamento inicial mais apropriado é:
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A próxima etapa da investigação clínica é:
Uma mulher de 40 anos vem à consulta devido à presença de um nódulo tireoidiano de 1,5 cm visto em um ultrassom simples. Exames laboratoriais mostram TSH baixo e T4 livre normal. A próxima conduta deve ser:
Uma jovem de 25 anos comparece à consulta, preocupada com um “caroço no pescoço” que percebeu ao colocar um colar. Não há sintomas. O exame físico é normal, exceto por três linfonodos na região cervical anterior esquerda, com 0,5 cm de diâmetro, móveis, sem flogose e consistência elástica. A conduta mais apropriada é: