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“No ano de 2019, foram notificados 792 casos suspeitos da doença no estado de Santa Catarina, com uma taxa de notificação de 11,0 por 100.000 habitantes. Desses, 474 casos foram descartados, 241 confirmados e 77 estão em investigação ou reteste, conforme protocolo recomendado pelo Ministério da Saúde” (Fonte: JMais, de 23/12/2019).

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A notícia acima retrata os números de uma doença infecciosa aguda, que, conforme a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), é causada por um vírus, pode causar complicações à saúde e, em casos mais graves, levar à morte. É extremamente contagiosa, o vírus causador se espalha facilmente pelo ar e permanece no ambiente por até duas horas. Seus principais sintomas são manchas na pele, febre alta, olhos avermelhados, tosse e coriza. A única maneira de evita-la é por meio de vacinação. Trata-se de qual doença?

2020 será o Ano Internacional da Saúde Vegetal
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2020 um ano para nos preocuparmos mundialmente com a saúde vegetal. A data foi proclamada a partir de esforços conjuntos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e do Secretariado do International Plant Protection Convention (IPPC). Segundo levantamento apontado pela ONU, as pragas e as doenças das plantas prejudicam gravemente as florestas e são responsáveis pela perda de até cerca de 40% das culturas alimentares no mundo, a cada ano. Causando bilhões de dólares de perdas nas colheitas e nas receitas comerciais. Por isso são essenciais os esforços para reverter os índices, ampliando políticas públicas e favorecendo o reconhecimento sobre o tema(...). (Disponível em: http://www.peaunescosc.com.br/2019/10/16/ 2020-sera-o-ano-internacional-da-saude-vegetal/.)
Tendo em vista essa preocupação e esses objetivos, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou 2020 como o Ano Internacional da:
O mundo está mudando rapidamente. De uma população em rápido crescimento, passando por mudanças climáticas a epidemias de saúde, como o Ebola, estamos enfrentando desafios sem precedentes em escala global. O esforço mais coordenado para enfrentar estes desafios tem sido os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), lançados em setembro de 2015 como “o projeto para alcançar um futuro melhor e mais sustentável para todos”. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir. I. Acabar com a pobreza em todas as suas formas, em todos os lugares. II. Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável. III. Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. IV. Proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade. V. Reduzir a desigualdade dentro dos países e entre eles. VI. Assegurar a educação inclusiva, equitativa e de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. São considerados Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU)
O Instituto Internacional de Pesquisa de Políticas Alimentares utiliza um índice para avaliar a situação de insegurança alimentar no mundo que combina quatro indicadores como subnutrição, baixo peso infantil, desnutrição infantil e mortalidade infantil. Observe a tabela sobre os Piores GHI – Índice Global da Fome 2015. Países IDH 101º Timor Leste 40,7 102º Zâmbia 41,1 103º Chade 46,4 104º República Centro-Africana 46,9 (Internacional Food Policy Research Institute 2016. Adaptado.) Após a análise da tabela é possível inferir que esses países:
O Instituto Internacional de Pesquisa de Políticas Alimentares utiliza um índice para avaliar a situação de insegurança alimentar no mundo que combina quatro indicadores como subnutrição, baixo peso infantil, desnutrição infantil e mortalidade infantil. Observe a tabela sobre os Piores GHI – Índice Global da Fome 2015.
Países IDH 101º Timor Leste 40,7 102º Zâmbia 41,1 103º Chade 46,4 104º República Centro-Africana 46,9 (Internacional Food Policy Research Institute 2016. Adaptado.)
Após a análise da tabela é possível inferir que esses países: