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Leia a notícia a seguir:
Sarampo: Pará vira o epicentro da doença no Brasil em 2020. Baixa cobertura vacinal é uma das principais explicações.
Em seu mais recente boletim epidemiológico, o Ministério da Saúde calcula que, só em 2020, foram 8.217 casos e sete mortes pela doença no país. Os dados compreendem o período de 29 de dezembro de 2019 a 17 de outubro de 2020.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com/bemestar/> Acesso em 24 de novembro de 2020).
A respeito do sarampo, assinale a alternativa incorreta:
Os sinais que indicam nova alta da dengue no Brasil, em 2020, Leandro Machado (@machadoleandro) e Mariana Alvim (@marianaalvim) Da BBC News Brasil em São Paulo.

Em 2020, novo ciclo de circulação do sorotipo 2, do vírus, no país, possivelmente puxará para o alto casos de dengue, doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
No mesmo mês, em que o Brasil confirmou seu primeiro caso de paciente com um novo tipo de coronavírus, surgido na China, um velho conhecido dos brasileiros, deu sinais de que vai infectar ainda mais pessoas em 2020: o vírus da dengue, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.
O mais recente boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, com dados sobre a dengue, aponta que o número de casos prováveis da doença — aqueles que são notificados à pasta pelos Estados — cresceram 19% nas cinco primeiras semanas do ano, em comparação com o mesmo período de 2019.
Foram notificados 94.149 casos prováveis, até a quinta semana do ano, (mais precisamente de 29/12/2019 a 01/02/2020), ante 79.131, no mesmo período do ano passado.
Neste início de 2020, há a confirmação de que pelo menos 14 pessoas morreram por dengue no país. A comparação de óbitos com 2019 ainda é incerta, já que os números ainda podem mudar bastante, conforme chegam os resultados de análises laboratoriais e à medida que os Estados e municípios enviam seus informes ao ministério. Os dados do boletim atual, por exemplo, ainda não computam os casos e as mortes registrados a nível local, em fevereiro.
Mas o ministério já trabalha com um cenário de aumento de casos de dengue para este ano, e alguns municípios e Estados pelo país, decretaram alerta para uma epidemia de dengue — que é definida quando há uma taxa de 300 casos confirmados de doença, para cada 100 mil habitantes.
[...]
(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51667748, acesso em 02 de março de 2020).
Apesar do trecho citado, é sabido que a íntegra da notícia traz mais informações. Sobre ela, preencha os parênteses com (C) certo ou (E) errado e assinale a alternativa correta:
( ) Especialistas e representantes de governos, entrevistados pela BBC News Brasil, atribuem a tendência de alta da dengue em 2020 a uma combinação de fatores: primeiro e talvez mais importante, um novo ciclo poderoso de circulação do sorotipo 2 (existem 4 sorotipos do vírus da dengue, uma classificação que corresponde à resposta de diferentes anticorpos no infectado); soma-se a isso, condições meteorológicas particulares, nos últimos meses, e ainda, fatores culturais e comportamentais da população.
( ) Mapas de casos da doença deixam claro o destaque em uma faixa do país que começa no Acre, passa pelo Centro-Oeste e por parte do Sudeste, terminando no Paraná. Estados do Nordeste, como Paraíba e Pernambuco, tiveram poucos casos em comparação com unidades de outras regiões. No Paraná, os dados do crescimento da dengue impressionam. Em fevereiro do ano passado, o Ministério da Saúde apontou que o Estado tinha 14 doentes por 100 mil habitantes; já hoje, esse número chega a 220,7 — alta de 1.471% de incidência na comparação, entre boletins dos dois períodos.
( ) "Nesse momento, estamos com um quadro de curva ascendente da doença. A tendência é de uma situação de piora impactante, pois o período de maior incidência ainda vai começar em março", diz Ivana Belmonte, coordenadora de vigilância ambiental, da Secretaria de Saúde do Paraná.
Considerando o texto abaixo, analise as assertivas e assinale a alternativa correta:
Nas primeiras décadas do século XX, focos de varíola e febre amarela fizeram milhares de vítimas na cidade do Rio de Janeiro. Nesse mesmo período, a atuação das "‘Brigadas Mata-Mosquitos”, a obrigatoriedade da vacinação contra a varíola e, as reformas urbanas da região portuária e do centro da cidade, provocaram grande descontentamento entre as camadas populares e entre alguns políticos. Rui Barbosa, escritor, jurista e político, assim opinou sobre a vacina contra a varíola:
"...não tem nome, na categoria dos crimes do poder, a temeridade, a violência a, a tirania a que ele se aventura (...) com a introdução, no meu sangue, de um vírus sobre cuja influência existem os mais bem fundados receios de que seja condutor da moléstia ou da morte.'”
I. A febre amarela é transmitida pelo ar e as ruas alargadas, na época, pela remodelação da área portuária e central da cidade permitiríam a convivência mais salubre e higiênica entre os pedestres.
II. O princípio de ação da vacina foi compreendido por Rui Barbosa, que alertou sobre seus efeitos e liderou a Revolta da Vacina no Congresso Nacional.
III. A imposição da vacina somou-se a insatisfações das camadas mais pobres geradas pela remodelação das áreas portuária e central da cidade, contribuindo para a eclosão de inúmeros acontecimentos denominados de Revolta da Vacina.
Fonte: História Completa de Mondaí. Disponível em < https://mondai.sc.gov.br/pagina-2045/>.
Substitua o (X) do texto pela alternativa CORRETA.