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A fisioterapia geriátrica tem como um de seus principais focos a prevenção de quedas em idosos, uma vez que estas representam um grave problema de saúde pública, associado a alta morbimortalidade e perda de independência. A avaliação do risco de quedas é um processo multidimensional que deve investigar fatores intrínsecos e extrínsecos. O planejamento da intervenção deve ser baseado nos déficits encontrados e focado na melhora dos sistemas sensório-motor e de equilíbrio. Acerca da avaliação e intervenção fisioterapêutica na prevenção de quedas em idosos, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas.
(__)A aplicação de testes funcionais como o Timed Up and Go (TUG), a Escala de Equilíbrio de Berg (EEB) e o Teste de Alcance Funcional (TAF) são ferramentas valiosas para quantificar o equilíbrio e a mobilidade do idoso, ajudando a estratificar o risco de quedas.
(__)Um programa de exercícios multicomponente, que inclua treino de força (principalmente para membros inferiores), treino de equilíbrio (estático e dinâmico), treino de marcha e flexibilidade, é a intervenção com maior nível de evidência para a redução do número de quedas em idosos da comunidade.
(__)A correção de déficits visuais e a revisão da medicação (polifarmácia) pelo médico responsável são fatores que não interferem no trabalho do fisioterapeuta, cujo foco deve ser exclusivamente nos exercícios motores.
(__)O medo de cair (cinesiofobia), mesmo em idosos que nunca sofreram quedas, pode levar à restrição de atividades, resultando em descondicionamento físico e, paradoxalmente, aumentando o risco futuro de quedas. Por isso, essa questão deve ser abordada durante a terapia.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Paciente de 30 anos, trabalhador administrativo, procura atendimento com dor lombar há 3 semanas, iniciada após longos períodos sentado no trabalho. Refere dor contínua, sem irradiação para os membros inferiores, sem alterações de sensibilidade ou força. Nega trauma, febre, perda de peso, história de câncer ou outros sinais de alarme. No exame clínico, apresenta mobilidade preservada, sem déficits neurológicos ou alterações relevantes nos testes específicos. Apesar da ausência de sinais de gravidade, o paciente demonstra preocupação intensa e insiste em realizar exames de imagem para “confirmar a causa da dor”. Segundo as recomendações de boas práticas, qual deve ser a conduta inicial do fisioterapeuta?
A avaliação adequada das úlceras é fundamental para o direcionamento do tratamento fisioterapêutico, a prevenção de complicações e a melhora da qualidade de vida do paciente. A diferenciação entre úlceras arteriais e venosas é um passo essencial nesse processo, pois cada tipo apresenta etiologia, características clínicas e condutas distintas. Sobre as úlceras arteriais, assinale a alternativa CORRETA:
As estratégias de reabilitação adotadas para pessoas em tratamento de hanseníase devem levar em conta as particularidades dos casos. Dispositivos de tecnologia assistiva compreendem medidas terapêuticas auxiliares. Considere a situação de um paciente com xerose, hiperceratose plantar bilateral e mal perfurante plantar em região calcânea direita. Dentre as opções abaixo indique a que pode ser aplicável ao caso:
A consulta e o exame físico realizados pelo fisioterapeuta dermatofuncional instrumentalizam a mensuração do Grau de Incapacidade Física (GIF) de uma pessoa afetada pela hanseníase. Considere a situação de um paciente com hanseníase dimorfa, diminuição de sensibilidade protetora em região hipotenar direita, mal perfurante plantar em região calcânea direita e insensibilidade plantar bilateral. A partir da descrição dos achados clínicos acima, qual a classificação do GIF atribuído ao paciente?