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Concurso:
Prefeitura de Terra Boa - PR
Disciplina:
Fisioterapia
Para o fisioterapeuta realizar um bom exame físico
em um paciente, é necessário que seus sentidos sejam
treinados, principalmente o tato. As palpações
podem ser feitas de forma direta ou indireta,
superficialmente ou de forma profunda de até 4 cm.
Sendo assim, relacione as estruturas com a descrição
correspondente da sua palpação e assinale a
alternativa com a sequência correta.
1. Músculo tibial anterior. 2. Músculo tibial posterior. 3. Músculo fibular longo. 4. Nervo fibular. 5. Flexor Longo do Hálux. 6. Abdutor do Hálux.
A. Com uma das mãos na face lateral do pé, o examinador resiste ao movimento de eversão do pé. Com a mão sensitiva poderá palpá-lo na face lateral da perna e acompanhar seu tendão por trás do maléolo da fíbula.
B. O examinador localizará primeiramente a aponeurose plantar. A partir de sua origem no calcanhar e anteromedialmente na parte cava do pé, deverá colocar seus dedos e solicitar, ao paciente, movimentos de flexão do hálux.
C. O examinador com seu dedo indicador palpará primeiramente a cabeça da fíbula, logo em seguida, deslizará seu dedo inferiormente até que se encaixe em um sulco, que corresponderá ao colo da cabeça da fíbula. O examinador deverá perceber uma estrutura rígida semelhante a uma “corda”.
D. O examinador solicitará ao paciente movimento de flexão do hálux contra a resistência. O indicador do examinador estará situado no sulco retromaleolar medial à frente do tendão do calcâneo.
E. O examinador deverá posicionar o pé do paciente em inversão e dorsiflexão e, com sua mão oposta na região anteromedial do pé, resistirá ao movimento. Com seus dedos sensitivos ao lado da margem anterior da tíbia, poderá sentir o músculo e, anteriormente na articulação do tornozelo, o seu tendão.
F. O examinador solicitará ao paciente uma flexão plantar associada a uma inversão do pé. Com seus dedos na margem medial da tíbia próximo ao maléolo medial poderá sentir o seu tendão.
1. Músculo tibial anterior. 2. Músculo tibial posterior. 3. Músculo fibular longo. 4. Nervo fibular. 5. Flexor Longo do Hálux. 6. Abdutor do Hálux.
A. Com uma das mãos na face lateral do pé, o examinador resiste ao movimento de eversão do pé. Com a mão sensitiva poderá palpá-lo na face lateral da perna e acompanhar seu tendão por trás do maléolo da fíbula.
B. O examinador localizará primeiramente a aponeurose plantar. A partir de sua origem no calcanhar e anteromedialmente na parte cava do pé, deverá colocar seus dedos e solicitar, ao paciente, movimentos de flexão do hálux.
C. O examinador com seu dedo indicador palpará primeiramente a cabeça da fíbula, logo em seguida, deslizará seu dedo inferiormente até que se encaixe em um sulco, que corresponderá ao colo da cabeça da fíbula. O examinador deverá perceber uma estrutura rígida semelhante a uma “corda”.
D. O examinador solicitará ao paciente movimento de flexão do hálux contra a resistência. O indicador do examinador estará situado no sulco retromaleolar medial à frente do tendão do calcâneo.
E. O examinador deverá posicionar o pé do paciente em inversão e dorsiflexão e, com sua mão oposta na região anteromedial do pé, resistirá ao movimento. Com seus dedos sensitivos ao lado da margem anterior da tíbia, poderá sentir o músculo e, anteriormente na articulação do tornozelo, o seu tendão.
F. O examinador solicitará ao paciente uma flexão plantar associada a uma inversão do pé. Com seus dedos na margem medial da tíbia próximo ao maléolo medial poderá sentir o seu tendão.
Concurso:
Prefeitura de Terra Boa - PR
Disciplina:
Fisioterapia
O conhecimento adequado sobre o desenvolvimento
do sistema musculoesquelético (SME) nas fases pré e
pós-natal tem por objetivo estabelecer um melhor
prognóstico para desenvolvimento motor,
alimentação, funcionalidade, acolhimento e
aconselhamento familiar, o que se reflete em melhor
qualidade de vida para essas crianças. A avaliação
fisioterapêutica do SME consiste na associação da
história clínica do paciente aos exames físicos, bem
como aos exames complementares; no entanto,
devido às particularidades do desenvolvimento do
SME ao nascimento, tanto a avaliação como o
diagnóstico são clínicos. Logo, a respeito do exame
físico do recém-nascido realizado pelo fisioterapeuta,
informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se
afirma e assinale a alternativa com a sequência
correta.
( ) A avaliação da calota craniana do recém-nascido (RN) deve respeitar o alinhamento esquelético postural por meio de inspeção e palpação. Assimetrias cranianas, abaulamentos e afundamentos devem ser pesquisados durante a inspeção, e as suturas e fontanelas devem ser palpadas. As fontanelas consistem nos espaços abertos entre os ossos, permitindo o crescimento cerebral sem a compressão das estruturas, e alterações nesses espaços indicam microcefalia, macrocefalia ou hidrocefalia. A investigação do perímetro cefálico deve ser realizada desde o nascimento até os 2 anos de vida. As medidas do crânio devem ser examinadas com auxílio de fita métrica ou fita antropométrica maleável.
( ) A avaliação do tórax do recém-nascido (RN) deve ser iniciada por meio de inspeção, com o tórax do paciente desnudo e o ambiente bem iluminado. O exame pode ser realizado com o RN dentro da incubadora, com o objetivo de observar a musculatura, o tecido celular subcutâneo, os ossos e as articulações. O tórax típico do RN é circular e com as costelas horizontalizadas devido ao processo de crescimento e desenvolvimento ósseo e muscular. A palpação óssea é importante para verificar se há fraturas. Outro ponto a ser avaliado é o perímetro torácico, passando-se a fita métrica em volta do tórax e sobrepondo a linha mamária – os valores de referência vão de 30 a 33cm. Caso haja abaulamento da caixa torácica, associado a um abdome escavado, existe a possibilidade de hérnia diafragmática, o que pode levar a uma grave insuficiência respiratória.
( ) Na avaliação das extremidades, não devem ser comparados os hemicorpos, verificando posicionamento e mobilidade articular típicos e se existem malformações estruturais. Nessa inspeção, não é possível identificar malformações estruturais ao analisar o formato das mãos, dos dedos e das unhas. Durante a inspeção, também é importante conferir a fusão de dedos nas mãos (polidactilia) ou alterações no número dos dedos (sindactilia), as quais costumam estar associadas à síndromes genéticas.
( ) Na população neonatal, durante a avaliação dos membros inferiores, é importante observar assimetrias, encurtamentos, hipotrofia de um membro em comparação a outro, limitação da amplitude de movimento para abdução e excesso de rotação externa. Para identificação de assimetrias podem ser adotadas técnicas subjetivas, como verificar o posicionamento das pregas subglúteas na face posterior dos membros ou a diferença no tamanho entre os membros a partir do sinal de Galeazzi (o sinal é positivo quando o joelho do lado afetado é mais baixo em razão do deslocamento posterior no quadril displásico). Para confirmar se os sinais condizem com mau posicionamento da articulação coxofemoral, é possível complementar o exame com os testes de Ortolani e Barlow e exames complementares, como ultrassonografia.
( ) O teste de Barlow é realizado com o recém-nascido (RN) calmo e com os quadris e joelhos em flexão de 90 graus, promovendo, então, um movimento de abdução e leve rotação externa das coxas, o teste é positivo quando se verifica a sensação tátil e, em alguns casos, o som de ressalto da passagem da cabeça do fêmur pela parede do acetábulo e, durante a realização da manobra, o quadril contralateral deve estar sempre estabilizado. Já o teste de Ortolani consiste em uma manobra que provoca luxação e torna possível identificar a instabilidade do quadril. A criança é avaliada em decúbito ventral, com quadris a 90 graus e joelhos fletidos, onde o avaliador realiza adução e flexão do quadril, seguidas de leve compressão axial. Quando o resultado é positivo, percebe-se a luxação da articulação como um ressalto à medida que a cabeça do fêmur se desloca do acetábulo.
( ) A avaliação da força muscular em neonatos é realizada por meio da observação dos movimentos passivos. Movimentos compensatórios, alinhamento dinâmico aumentado ou movimentação simétrica podem ser sinais de fraqueza muscular, mas é importante verificar os componentes de dor e do sistema neurológico. Além disso, a análise do tônus muscular em neonatos também é realizada de maneira subjetiva e deve ser conduzida com a avaliação do funcionamento do sistema neurológico. O tônus pode estar aumentado (hipertonia), adequado ou reduzido (hipotônico), sem levar em consideração o período em que se encontra o bebê. O tônus muscular começa a aparecer por volta da 32ª semana de gestação, de início com o tônus extensor dos membros inferiores.
( ) A avaliação da calota craniana do recém-nascido (RN) deve respeitar o alinhamento esquelético postural por meio de inspeção e palpação. Assimetrias cranianas, abaulamentos e afundamentos devem ser pesquisados durante a inspeção, e as suturas e fontanelas devem ser palpadas. As fontanelas consistem nos espaços abertos entre os ossos, permitindo o crescimento cerebral sem a compressão das estruturas, e alterações nesses espaços indicam microcefalia, macrocefalia ou hidrocefalia. A investigação do perímetro cefálico deve ser realizada desde o nascimento até os 2 anos de vida. As medidas do crânio devem ser examinadas com auxílio de fita métrica ou fita antropométrica maleável.
( ) A avaliação do tórax do recém-nascido (RN) deve ser iniciada por meio de inspeção, com o tórax do paciente desnudo e o ambiente bem iluminado. O exame pode ser realizado com o RN dentro da incubadora, com o objetivo de observar a musculatura, o tecido celular subcutâneo, os ossos e as articulações. O tórax típico do RN é circular e com as costelas horizontalizadas devido ao processo de crescimento e desenvolvimento ósseo e muscular. A palpação óssea é importante para verificar se há fraturas. Outro ponto a ser avaliado é o perímetro torácico, passando-se a fita métrica em volta do tórax e sobrepondo a linha mamária – os valores de referência vão de 30 a 33cm. Caso haja abaulamento da caixa torácica, associado a um abdome escavado, existe a possibilidade de hérnia diafragmática, o que pode levar a uma grave insuficiência respiratória.
( ) Na avaliação das extremidades, não devem ser comparados os hemicorpos, verificando posicionamento e mobilidade articular típicos e se existem malformações estruturais. Nessa inspeção, não é possível identificar malformações estruturais ao analisar o formato das mãos, dos dedos e das unhas. Durante a inspeção, também é importante conferir a fusão de dedos nas mãos (polidactilia) ou alterações no número dos dedos (sindactilia), as quais costumam estar associadas à síndromes genéticas.
( ) Na população neonatal, durante a avaliação dos membros inferiores, é importante observar assimetrias, encurtamentos, hipotrofia de um membro em comparação a outro, limitação da amplitude de movimento para abdução e excesso de rotação externa. Para identificação de assimetrias podem ser adotadas técnicas subjetivas, como verificar o posicionamento das pregas subglúteas na face posterior dos membros ou a diferença no tamanho entre os membros a partir do sinal de Galeazzi (o sinal é positivo quando o joelho do lado afetado é mais baixo em razão do deslocamento posterior no quadril displásico). Para confirmar se os sinais condizem com mau posicionamento da articulação coxofemoral, é possível complementar o exame com os testes de Ortolani e Barlow e exames complementares, como ultrassonografia.
( ) O teste de Barlow é realizado com o recém-nascido (RN) calmo e com os quadris e joelhos em flexão de 90 graus, promovendo, então, um movimento de abdução e leve rotação externa das coxas, o teste é positivo quando se verifica a sensação tátil e, em alguns casos, o som de ressalto da passagem da cabeça do fêmur pela parede do acetábulo e, durante a realização da manobra, o quadril contralateral deve estar sempre estabilizado. Já o teste de Ortolani consiste em uma manobra que provoca luxação e torna possível identificar a instabilidade do quadril. A criança é avaliada em decúbito ventral, com quadris a 90 graus e joelhos fletidos, onde o avaliador realiza adução e flexão do quadril, seguidas de leve compressão axial. Quando o resultado é positivo, percebe-se a luxação da articulação como um ressalto à medida que a cabeça do fêmur se desloca do acetábulo.
( ) A avaliação da força muscular em neonatos é realizada por meio da observação dos movimentos passivos. Movimentos compensatórios, alinhamento dinâmico aumentado ou movimentação simétrica podem ser sinais de fraqueza muscular, mas é importante verificar os componentes de dor e do sistema neurológico. Além disso, a análise do tônus muscular em neonatos também é realizada de maneira subjetiva e deve ser conduzida com a avaliação do funcionamento do sistema neurológico. O tônus pode estar aumentado (hipertonia), adequado ou reduzido (hipotônico), sem levar em consideração o período em que se encontra o bebê. O tônus muscular começa a aparecer por volta da 32ª semana de gestação, de início com o tônus extensor dos membros inferiores.
Retrações intercostais são movimentos dos tecidos
moles para dentro do tórax entre as costelas durante a
inspiração. Esse movimento para dentro faz com que as
costelas se destaquem proeminentemente durante os
esforços inspiratórios. Sobre as causas fisiopatológicas da
retração intercostal, avalie se as afirmativas são certas (C) ou
erradas (E) e assinale a sequência correspondente.
( ) Atelectasia subsegmentar. ( ) Obstrução de vias aéreas. ( ) Insuficiência cardíaca. ( ) Complacência pulmonar diminuída.
( ) Atelectasia subsegmentar. ( ) Obstrução de vias aéreas. ( ) Insuficiência cardíaca. ( ) Complacência pulmonar diminuída.
Concurso:
Prefeitura de Guapirama - PR
Disciplina:
Fisioterapia
Dor no joelho é a uma queixa ortopédica muito
comum e é bastante associada à faixa etária e à
atividade que cada pessoa exerce. A grande maioria
das lesões do joelho pode ser diagnosticada por meio
de uma boa história clínica e do exame físico. É
importante conhecer os principais exames a serem
realizados, que podem direcionar o diagnóstico
quando a queixa é inespecífica ou o paciente tem
dificuldade para se expressar. Diante dessa
afirmativa, são testes para lesão meniscal, exceto:
Concurso:
Prefeitura de Guapirama - PR
Disciplina:
Fisioterapia
As doenças pulmonares agudas ou crônicas podem
determinar quadros graves associados às
particularidades do sistema respiratório. A
apresentação clínica depende da etiopatogenia, da
localização da obstrução e da terapêutica. A
fisioterapia pode ser mais um recurso terapêutico
importante no tratamento clínico do paciente,
melhorando suas condições funcionais e qualidade de
vida. Diante do exposto, assinale a alternativa
incorreta a respeito do pneumotórax.