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Sensibilidade vibratória é a capacidade de perceber vibração quando um diapasão oscilante é apoiado sobre determinada proeminência óssea. Os receptores de estímulos vibratórios são principalmente os mecanorreceptores de adaptação rápida. Marque a alternativa correta que condiz ao mecanorreceptor localizado em posição profunda na pele, nos tecidos subcutâneos, nos músculos, no periósteo e em outras estruturas mais profundas. 
O cotovelo desempenha uma função essencial de ligação, permitindo o posicionamento adequado da mão no espaço. Em casos de lesão nessa articulação, a avaliação clínica é realizada por meio de testes específicos. Um exemplo é quando o fisioterapeuta palpa o epicôndilo lateral do paciente com uma das mãos, enquanto prona o antebraço do paciente, flexiona por completo o punho e estende o cotovelo. Assinale a alternativa correta que identifica o teste descrito.
Inúmeras patologias podem acometer os membros superiores do indivíduo, com variados sintomas e comprometimentos. O fisioterapeuta por sua vez precisa saber reconhecer essas variadas patologias, avaliar e identificar suas características para então criar um plano de tratamento pertinente e específico para cada paciente. Diante do exposto, analise as assertivas a respeito da Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) e assinale a alternativa correta. 

I. O termo Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) engloba numerosos cenários da compressão (neurológica e vascular) na região do desfiladeiro torácico da cintura escapular. Assim, esta síndrome pode ser dividida em duas subclassificações: Síndrome do Desfiladeiro Torácico causada por fatores neurológicos e Síndrome do Desfiladeiro Torácico causada por problemas vasculares. Condições neurológicas e vasculares também podem ser observadas juntas.  
II. Acredita-se que em grande parte dos casos de Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT), os sintomas resultantes são neurogênicos. Sendo assim a SDT neurogênica não específica é bastante comum, embora a sua prevalência seja difícil de estimar, devido à dificuldade do diagnóstico, pois, geralmente é um diagnóstico de exclusão, significando que todas as outras causas foram eliminadas. Jovens e adultos de meia idade são mais suscetíveis a SDT neurogênica não específica. A Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) vascular é rara e ocorre com mais frequência em jovens, indivíduos muito ativos. Sendo que a SDT arterial ocorre igualmente entre homens e mulheres e a SDT venosa ocorre mais frequentemente em homens jovens. 
III. A causa mais comum da Síndrome do Desfiladeiro Torácico (SDT) é distensão repetitiva por atividades dos membros superiores, vigorosas ou prolongadas, frequentemente combinadas com postura anormal. Atividades ou trabalho que requer uso repetitivo da mão ou punho pode ser a causa. Posições e posturas que ponham uma tensão aumentada nas estruturas vasculares da saída do tórax incluem: o uso prolongado do telefone, teclado ou escrever muito; má postura (ombros caídos ou postura em que a cabeça fica para frente); atividades prolongadas em que tenha que alcançar coisas acima da cabeça; carregar objetos pesados em excesso, como malas e bolsas de compras; e, usar um casaco pesado ou mochila que comprimam o ombro.
IV. São sinais e sintomas relevantes da Síndrome do Desfiladeiro Torácico arterial: frio no braço; peso no braço; diminuição ou ausência de pulso no braço; palidez no braço; perda de força ou fadiga por excesso de uso do braço; verdadeira vacilação do braço durante atividade (particularmente atividades acima da cabeça); pegada fraca; e, redução da função do dedo (dificuldade para pegar e carregar bolsas). São sinais e sintomas relevantes da Síndrome do Desfiladeiro Torácico venosa: inchaço no braço; edema no braço; cianose no braço; desconforto no braço ao realizar atividade. 
V. São sinais e sintomas relevantes da Síndrome do Desfiladeiro Torácico neurogênica: falta de jeito com atividades manuais delicadas; fraqueza na pegada; dor no ombro posterior e anterior, que se estende ao meio do braço, antebraço e mão; dor na região da clavícula, que se estende à região occipital e mastoide (dores de cabeça podem ser bem fortes); e, dor no peito anterior.
Dispneia, falta de ar ou respiração curta é a percepção do paciente de que está mais difícil respirar e, a dispneia pode ou não estar associada à insuficiência respiratória (IR). O termo trabalho respiratório (TR) diz respeito à energia requisitada pelos músculos respiratórios para respirar, ele é determinado pelo equilíbrio entre o impulso para respirar (demanda), a carga aplicada aos músculos e a eficiência deles (capacidade). Existem várias ferramentas simples para medir o aumento do trabalho respiratório, algumas são adequadas para observação à beira do leito, outras requerem equipamento adicional ou uma habilidade específica. Diante do exposto, a respeito das características clínicas que podem sugerir aumento do esforço respiratório, assinale a alternativa incorreta. 
A disfunção articular da coluna lombar não é um quadro patológico, mas sim um transtorno de movimento ou transtorno fisiológico. Essa disfunção pode ser o resultado de uma ampla faixa de transtornos ortopédicos. Do ponto de vista mais simples, os termos podem ser usados para definir qualquer doença ou apresentação clínica que seja o resultado de mau funcionamento de articulações na coluna lombar. A respeito da disfunção articular da coluna lombar, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta. 

( ) Os pacientes adultos mais jovens normalmente apresentam história de rigidez na região lombar e, uma história anterior de trauma pode predispor o paciente aos sintomas lombares atuais. Outros fatores de contribuição, como as discrepâncias de extensão das pernas, as lesões na extremidade inferior ou as atividades repetitivas também podem estar associadas à disfunção articular. Os pacientes adultos mais jovens também podem ter história de dor lombar que piorou progressivamente, além disso, o paciente também pode apresentar história anterior de trauma ou de instabilidade lombar. 
( ) Pacientes adultos mais jovens podem relatar quadro de dor lombar unilateral que se irradia pela região glútea ipsilateral. Os pacientes podem relatar que começaram a sofrer de dores lombares depois de uma inclinação para trás e, quando voltaram à posição normal ereta, sentiram dor aguda que limitou seus movimentos desde então.
( ) Os sintomas geralmente diminuem com posições que exijam a extensão lombar junto com a inclinação e/ou rotação para o lado ipsilateral. Para outros os sintomas frequentemente são diminuídos por flexão lombar. Além disso, os sintomas geralmente são de natureza psicológica e há as atividades específicas que melhoram os sintomas e atividades específicas que pioram a dor. 
( ) Adultos mais novos com artrite ou estenose articular geralmente relatam início insidioso de dor e rigidez lombar. Pacientes com estenose central ou lateral demonstram alta tolerância para posicionamentos ou atividades envolvendo extensão. Em pacientes com estenose lateral, a dor lombar e na região glútea pode ocorrer bilateralmente. Já, pacientes com estenose central podem relatar dor ou alterações sensoriais em uma ou ambas as extremidades, a dor pode se localizar acima das nádegas ou acima dos joelhos. E, em termos funcionais, a deambulação geralmente não é limitada pela dor lombar ou pela dor glútea, ou por ambas.
( ) Em adultos mais velhos, a estenose lombar é, em geral, um processo degenerativo com hipertrofia da lâmina, hipertrofia degenerativa das facetas ou enrugamento ou hipertrofia do ligamentum flavum. O disco intervertebral pode sofrer alterações degenerativas e, essa degeneração leva ao colapso do disco e à artrite da faceta, estreitando o forame intervertebral.
( ) A estenose lateral é o estreitamento do canal vertebral central e pode ser congênita ou adquirida. A estenose central é o estreitamento do forame intervertebral. A estenose lateral pode comprometer a medula espinal ou a cauda equina (saco dural), enquanto a estenose central pode comprometer a raiz do nervo ou os gânglios da raiz dorsal.