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Para Leal e Castro (2017), o gerenciamento de leitos, que tensiona o Serviço Social, é atravessado por questões que envolvem a internação. Considerando o conteúdo e os argumentos apresentados pelas autoras, é correto afirmar:
Para Chupel e Mioto (2010), a discussão sobre o acolhimento na área da saúde é emblemática. No que diz respeito ao acolhimento e ao Serviço Social, as autoras levantam “[...] a hipótese de que, para o Serviço Social, o acolhimento é parte integrante do processo interventivo dos assistentes sociais e congrega três elementos que agem em concomitância” (p. 57). Esses elementos são
Segundo Leal e Castro (2017), os debates e a definição das estratégias de qualidade e humanização em saúde, presentes na Política Nacional de Humanização, foram gestados “[...] num contexto tanto de reestruturação produtiva quanto de ‘reforma gerencial do Estado’, onde o hospital obtém centralidade enquanto eixo norteador das ações e serviços em saúde”. (p. 215). Para as autoras, esse nível de atenção
Martinelli (2011), em seu texto, “O trabalho do assistente social em contextos hospitalares: desafios cotidianos” relembra que o fundamento do Serviço Social é a própria realidade social, e sua matéria-prima de trabalho são as múltiplas expressões da questão social. Na sua atuação na área da saúde, no atendimento direto aos usuários, o trabalho com pessoas fragilizadas, que pedem um cuidado humanizado para que possam se fortalecer na sua própria humanidade, exige um exercício profissional que materialize os princípios do Código de Ética, do Projeto Ético Político da profissão e dos Parâmetros de Atuação do Assistente Social na Política de Saúde, assim, na saúde é imprescindível a articulação de três dimensões da ética, que são:
As ações realizadas pelos assistentes sociais nos hospitais de emergência, na atenção ambulatorial devem: