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Em seu estudo sobre a ética profissional, Barroco (2009) afirma que a moral profissional diz respeito à relação entre
No que diz respeito à realização de terapias associadas ao título ou ao exercício profissional do assistente social, a Resolução CFESS nº 569, de 25 de março de 2010, determina que
Disciplina:
Serviço Social
Conforme exemplificado por Barroco (2012), no livro Código de Ética do/a Assistente Social: comentado, em um atendimento, “o usuário passa por diferentes profissionais e não é atendido em suas necessidades, o resultado da ação profissional é a não viabilização de suas necessidades acrescida de situações de humilhação e constrangimento.” Para a autora, práticas como essas resultam na inviabilidade de uma ética comprometida com os direitos dos usuários, porém, a responsabilidade dos profissionais nem sempre é posta em questão.
Considerando essa questão, de acordo com o Código de Ética do(a) Assistente Social de 1993, o assistente social deve se esforçar para, EXCETO:
Considerando essa questão, de acordo com o Código de Ética do(a) Assistente Social de 1993, o assistente social deve se esforçar para, EXCETO:
No livro Código de Ética Comentado, Barroco apresenta alguns exemplos de questões éticas; mediante o trabalho profissional das(os) assistentes sociais, pegamos um exemplo, vejamos: “A equipe de assistentes sociais de um hospital atendeu um trabalhador que foi espancado gravemente em um confronto entre manifestantes de uma greve e a polícia. Após o seu restabelecimento, a equipe do hospital observou que as sequelas do acidente demandavam um trabalho de acompanhamento psicológico e social, para o qual foram indicadas duas assistentes sociais que, após o serviço, deveriam encaminhar um relatório para o local de trabalho do usuário. A equipe entendeu que a finalidade do trabalho era o enfrentamento do acidente que havia sido ‘traumático’ para o trabalhador. No entanto, no encaminhamento prático, ficou evidente que cada uma das assistentes sociais responsáveis pelo caso tinha um entendimento diferenciado acerca desse enfrentamento em função de suas convicções políticas, de suas concepções de profissão e visões de mundo. Uma delas, contrária às greves, entendia que o enfrentamento deveria ser direcionado a uma ‘mudança de valores’ do usuário, buscando ‘conscientizá-los’ de suas responsabilidades no trabalho. A outra, em direção oposta, entendia que a ação profissional deveria ser dirigida a uma reflexão crítica esclarecedora das várias dimensões e sujeitos envolvidos na situação do confronto, de forma que o trabalhador pudesse enfrentá-la conscientemente, buscando resgatar os seus direitos. Como elas não conseguiram chegar a um consenso levaram o caso à equipe, que designou uma terceira profissional para o trabalho. Nem a favor nem contra a greve, sua posição era a de que os problemas apresentados pelo usuário não deveriam ser buscados na situação ocorrida, mas em uma reflexão que levasse ao desvelamento de outras vivências conscientes ou inconscientes do usuário, que pudessem ter contribuído para despertar esse ‘trauma’” (BARROCO; TERRA,2012, p.84-85). Diante de tal situação, do exemplo citado, que requer conhecimento e responsabilidade de uma ética profissional comprometida com o Código de Ética da(o) Assistente Social de 1993, assinale a alternativa CORRETA:
A Resolução n.º 273-CFESS, de 13 de março de 1993, a qual institui o Código de Ética do(a) Assistente Social de 1993, na Introdução, apresenta que a dinâmica do processo de renovação do Serviço Social com o Movimento de Reconceituação conduziu à consolidação profissional do Serviço Social e materializou-se em conquistas teóricas e ganhos práticos que se revelaram no universo profissional. Fundamentando que, no plano da reflexão e da normatização ética, o Código de Ética Profissional de 1986 foi uma expressão das conquistas e ganhos, a partir de dois procedimentos:
I - negação da base filosófica tradicional, nitidamente conservadora, que norteava a “ética da neutralidade”.
II - preservação dos direitos e deveres profissionais, a qualidade dos serviços e a responsabilidade diante do(a) usuário(a).
III - afirmação de um novo perfil do(a) técnico(a), não mais um(a) agente subalterno(a) e apenas executivo(a), mas um(a) profissional competente teórica, técnica e politicamente.
IV - uma projeção de sociedade em que se propicie aos(às) trabalhadores(as) um pleno desenvolvimento para a invenção e vivência de novos valores.
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA:
I - negação da base filosófica tradicional, nitidamente conservadora, que norteava a “ética da neutralidade”.
II - preservação dos direitos e deveres profissionais, a qualidade dos serviços e a responsabilidade diante do(a) usuário(a).
III - afirmação de um novo perfil do(a) técnico(a), não mais um(a) agente subalterno(a) e apenas executivo(a), mas um(a) profissional competente teórica, técnica e politicamente.
IV - uma projeção de sociedade em que se propicie aos(às) trabalhadores(as) um pleno desenvolvimento para a invenção e vivência de novos valores.
Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA: