Questões de Concurso
Filtrar
71 Questões de concurso encontradas
Página 3 de 15
Questões por página:
Questões por página:
Concurso:
Prefeitura de Chiador - MG
Disciplina:
Literatura
“Rejeição ao lirismo, preferência por sonetos, valorização da metrificação, impessoalidade, arte pela arte
(culto à beleza, perfeição e estética formais), objetivismo e racionalismo, valorização da cultura clássica,
descrição detalhada de cenas e objetos, impassibilidade.”
Estas são algumas características do:
Concurso:
Prefeitura de Chiador - MG
Disciplina:
Literatura
“Rejeição ao lirismo, preferência por sonetos, valorização da metrificação, impessoalidade, arte pela arte (culto à beleza, perfeição e estética formais), objetivismo e racionalismo, valorização da cultura clássica, descrição detalhada de cenas e objetos, impassibilidade.”
Estas são algumas características do:
Concurso:
Prefeitura de Chiador - MG
Disciplina:
Literatura
Em se tratando de período literário, leia as características e assinale a alternativa correta.
Oposição ao racionalismo, materialismo e cientificismo; misticismo, religiosidade e sublimação; mistério,
fantasia e sensualismo; subjetivismo e individualismo; linguagem fluida e musical; aproximação da poesia
e da música; uso das figuras de linguagem (sinestesias); universo onírico e transcendental; valorização da
espiritualidade humana; exploração do consciente e inconsciente; combinações sonoras e sensoriais.
Concurso:
Prefeitura de Chupinguaia - RO
Disciplina:
Literatura
A busca das esferas inconscientes do “eu” profundo, visando às vivências vagas, fluidas, inefáveis,
ilógicas, que só podem ser traduzidas através de uma linguagem indireta, apoiada na intuição, na
sugestão, na metáfora insólita.
Propõe um processo cósmico de aproximação entre as realidades físicas e as metafísicas, entre os seres,
as cores, os sons, os perfumes, o pensamento e a emoção através das sinestesias.
Estas são algumas características do:
Concurso:
Prefeitura de Chupinguaia - RO
Disciplina:
Literatura
É o primeiro romance ideológico brasileiro em que se discute o destino histórico do Brasil,
representou uma ponte entre as correntes filosóficas e estéticas do final do século XIX (Realismo,
Naturalismo, Simbolismo) e a revolução modernista da segunda década do século XX.
O enredo gira em torno dos debates entre dois colonos alemães que se estabelecem no Espírito Santo: Milkau e Lentz. Milkau representa o otimismo, a confiança no futuro do Brasil e na força regeneradora do amor universal. À maneira de Tolstói, Milkau prega a integração harmônica de todos os povos na naturezamãe, revelando um evolucionismo humanitário.
Já Lentz, é um adepto das teorias racistas. Para ele, os brasileiros, por serem mestiços, estão condenados à dominação por parte de raças “superiores”. Ele profetiza a vitória dos arianos, enérgicos e dominadores, sobre o brasileiro fraco e indolente. Suas ideias deixam entrever a filosofia de Nietzsche e o evolucionismo de Darwin.
Milkau não se limita à defesa de ideias abstratas, seu humanismo desdobra-se em ação quando passa a proteger Maria, jovem colona, expulsa pelos patrões quando estes descobrem a sua gravidez, vindo dar à luz em trágica situação. Após salvar Maria, libertando-a da prisão, onde estava por ter sido acusada de matar o próprio filho (na verdade Maria tem o filho devorado por uma vara de porcos), Milkau foge com Maria, em direção a novos horizontes, numa “corrida no Infinito”, em busca de um lugar onde pudessem ser felizes, onde as feras não fossem homens, onde a vida não fosse uma competição de ódios, mas uma conquista de amor.
Tais comentários pertencem ao romance:
O enredo gira em torno dos debates entre dois colonos alemães que se estabelecem no Espírito Santo: Milkau e Lentz. Milkau representa o otimismo, a confiança no futuro do Brasil e na força regeneradora do amor universal. À maneira de Tolstói, Milkau prega a integração harmônica de todos os povos na naturezamãe, revelando um evolucionismo humanitário.
Já Lentz, é um adepto das teorias racistas. Para ele, os brasileiros, por serem mestiços, estão condenados à dominação por parte de raças “superiores”. Ele profetiza a vitória dos arianos, enérgicos e dominadores, sobre o brasileiro fraco e indolente. Suas ideias deixam entrever a filosofia de Nietzsche e o evolucionismo de Darwin.
Milkau não se limita à defesa de ideias abstratas, seu humanismo desdobra-se em ação quando passa a proteger Maria, jovem colona, expulsa pelos patrões quando estes descobrem a sua gravidez, vindo dar à luz em trágica situação. Após salvar Maria, libertando-a da prisão, onde estava por ter sido acusada de matar o próprio filho (na verdade Maria tem o filho devorado por uma vara de porcos), Milkau foge com Maria, em direção a novos horizontes, numa “corrida no Infinito”, em busca de um lugar onde pudessem ser felizes, onde as feras não fossem homens, onde a vida não fosse uma competição de ódios, mas uma conquista de amor.
Tais comentários pertencem ao romance: