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Determinada operadora de caixa,29 anos, trabalha em um supermercado há cinco anos, procurou o médico do trabalho relatando dor persistente nos punhos e sensação de formigamento nas mãos. A dor piora durante o turno e melhora parcialmente após repouso. Ela menciona que realiza movimentos repetitivos e, frequentemente, tem que elevar o pulso acima do nível do cotovelo para passar produtos no scanner. Durante a avaliação, foi identificado que outros colaboradores do mesmo setor relataram sintomas semelhantes. A empresa solicita um plano de intervenção para evitar o agravamento dos quadros existentes e prevenir novos casos entre os trabalhadores. Considerando o caso hipotético, assinale, a seguir, a melhor estratégia de prevenção de distúrbios relacionados ao trabalho nesse cenário.
Determinada trabalhadora,45 anos, operadora de linha de produção em uma fábrica de peças automotivas, relata ao médico do trabalho dores intensas na região lombar e fadiga ao final da jornada. Durante a avaliação, ela informa que sua atividade principal envolve a movimentação manual de peças com peso médio de 15 kg, em turnos de oito horas diárias. A altura da bancada de trabalho não é ajustável, obrigando a trabalhadora a inclinar o tronco repetidamente para alcançar os materiais. A empresa solicita orientações para prevenir o agravamento do quadro clínico e reduzir o risco de novas ocorrências. Com base nos princípios de ergonomia e biomecânica, qual a melhor intervenção inicial nesse caso?
Determinado trabalhador,52 anos, operador de uma linha de montagem há vinte e cinco anos, apresenta dor crônica no ombro direito, com piora nas últimas semanas. Ele relata dificuldade para elevar o braço acima da cabeça e dormência intermitente no braço. Durante o exame físico, observa-se limitação na mobilidade articular e dor à palpação na região do manguito rotador. O trabalhador menciona que realiza movimentos repetitivos com elevação do braço. O médico do trabalho avalia o caso considerando possíveis diagnósticos diferenciais e estratégias preventivas e terapêuticas para evitar a progressão da condição e o impacto na capacidade laboral. Considerando o caso hipotético apresentado, bem como os conhecimentos sobre agravos musculoesqueléticos relacionados ao trabalho, qual das alternativas a seguir representa a melhor abordagem diagnóstica e preventiva?
Enfermeira,38 anos, que atua em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) há dez anos, relata ao médico do trabalho sintomas de exaustão emocional, distanciamento de colegas e pacientes, e um sentimento de ineficácia no trabalho. Ela menciona que, nos últimos meses, teve episódios de insônia, crises de choro, irritabilidade e dificuldade em se concentrar. Durante a consulta, ela admite que as condições intensas de trabalho, incluindo plantões prolongados e alta demanda emocional, têm afetado sua vida pessoal e profissional. Com base no caso hipotético apresentado, assinale, a seguir, a melhor abordagem diagnóstica e preventiva no contexto ocupacional.
Determinado técnico de laboratório foi exposto acidentalmente a um solvente orgânico altamente lipossolúvel enquanto realizava uma análise química. Ele inalou vapores durante cerca de quinze minutos antes de ser removido do local. Após a exposição, apresentou tontura, náuseas e leve confusão mental. O solvente foi identificado como benzeno. O médico do trabalho foi acionado para avaliar os riscos, orientar o tratamento e entender o destino do solvente no organismo do trabalhador. Com base nos princípios da toxicologia básica e da toxicocinética, assinale a afirmativa correta.