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Homem de 58 anos apresenta, há dois anos, bradicinesia, dificuldade para iniciar a marcha e rigidez muscular. No último ano, evoluiu com ataxia, disartria, episódios de pré-síncope ao se levantar e disfunção urinária, caracterizada por urgência e dificuldade de esvaziamento vesical. A ultrassonografia suprapúbica demonstrou próstata sem aumento significativo e resíduo pós-miccional de 180 mL. A ressonância magnética do encéfalo revelou atrofia da ponte e dos pedúnculos cerebelares médios, associada a hipersinal cruciforme central na ponte nas sequências ponderadas em T2/FLAIR.
Diante do quadro clínico e dos achados por imagem, o diagnóstico mais provável é
O polígono de Willis constitui importante via de circulação colateral cerebral, permitindo a redistribuição do fluxo sanguíneo diante de alterações hemodinâmicas decorrentes de estenoses ou oclusões arteriais.
Assinale o componente que não integra a anatomia clássica do polígono de Willis:
Menino de 3 anos, com antecedente de mielomeningocele lombossacra corrigida no período neonatal, apresenta dificuldade para deglutir e episódios de apneia. A ressonância magnética do encéfalo evidencia fossa posterior pequena, com herniação inferior do vermis, hemisférios cerebelares e do tronco encefálico através do forame magno, associada ao alongamento e deslocamento caudal do quarto ventrículo. Observou-se ainda deformidade em “bico” do teto mesencefálico e hidrocefalia supratentorial.
Considerando os achados descritos, assinale o diagnóstico mais provável.
Menino de 14 anos apresenta múltiplas manchas café-com-leite distribuídas pelo tronco e membros, além de numerosos neurofibromas cutâneos. Ressonância magnética do encéfalo, das órbitas e da face demonstra espessamento fusiforme e hipersinal em T2 do nervo óptico esquerdo, estendendo-se até o quiasma óptico, com características compatíveis com glioma da via óptica. Evidencia-se formação expansiva infiltrativa, hiperintensa em T2, distribuída ao longo de múltiplos ramos nervosos da região cervicofacial, de aspecto plexiforme.
Considerando o caso clínico e achados de imagem da lesão, assinale o diagnóstico mais provável: 
Menino de 8 anos apresenta cefaleia matinal, vômitos em jato, ataxia da marcha, dismetria e nistagmo. A ressonância magnética do crânio com contraste evidencia lesão sólida intra-axial na fossa posterior, centrada no vermis cerebelar e com extensão ao quarto ventrículo, hipossinal em T1, sinal intermediário em T2/FLAIR, franca restrição à difusão e realce heterogêneo. Observa-se também compressão do quarto ventrículo com hidrocefalia triventricular, transudação liquórica transependimária e apagamento das cisternas da fossa posterior.
De acordo com o quadro clínico e os achados de imagem, o diagnóstico mais provável é de