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A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) possui um mapa de erodibilidade dos solos do Brasil, que expressa a capacidade do terreno de resistir ao desgaste.
Segundo ela, os solos do Brasil se enquadram na classe de erodibilidade média, e que as maiores áreas contínuas dominadas por solos mais suscetíveis à erosão (continuidade espacial) ocorrem, predominantemente, na região:

A análise dos solos brasileiros, especialmente no domínio amazônico e no estado de Rondônia, exige abordagem pedológica rigorosa, que considere processos de formação, dinâmica geoquímica e interação com clima e vegetação, superando a percepção simplificada de que a presença de floresta densa implica fertilidade edáfica elevada.



Sobre esse assunto, assinale a alternativa INCORRETA.

Imagem associada para resolução da questão


A partir da análise do mapa, aliada aos conhecimentos sobre a localização geográfica do Rio Grande do Norte, seus solos e recursos naturais, é correto afirmar:

A visão que se tem da floresta Amazônica pode variar conforme a escala de observação. Em uma imagem por satélite, em escala muita pequena, observamos apenas uma grande mancha de vegetação e os maiores rios da região. Ao aumentarmos a escala, passamos a perceber que essa grande mancha não é homogênea: ela inclui vários tipos de vegetação. Um dos fatores responsáveis por essa variação é a distribuição da umidade na bacia hidrográfica. Em algumas áreas da região, os totais pluviométricos anuais são da ordem de 750 milímetros, enquanto em outras elas ultrapassam os 3500 milímetros, como na região norte/noroeste da bacia hidrográfica. (FURLAN,1999, p.24).


A análise do texto e os conhecimentos sobre a Região Norte permitem afirmar:

Eu canto o sertão querido,

A fonte dos meus poema,

Onde se iscuta o tinido

Do grito da sariema

E onde o sertanejo véio

Observa os Evangéio

E nas noite de luá,

Sirrindo, alegre e ditoso,

Conta istora de Trancoso

Para o seu neto iscutá.


Sou sertanejo e me gabo

De já tê visto o vaquêro,

Atrás do novío brabo

Atravessá o tabulêro.

Amo a vida camponesa,

Nunca invejei a beleza

E a fantasia da praça.

Eu sou irmão do caboco,

Que ri, que zomba e faz pôco

Da sua prope desgraça.

(CARVALHO,2002, p.115-116).


Com base nas informações dos versos e nos conhecimentos sobre a Região Nordeste, pode-se afirmar: