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Criança de 5 anos é levada a um pronto-socorro após sofrer acidente automobilístico grave, com rebaixamento do nível de consciência, respiração irregular e sinais de comprometimento respiratório, sem sinais de sangramento ativo externo. É indicada obtenção de via aérea eficaz e definitiva.

Nesse caso, a particularidade anatômica a ser considerada para a realização de procedimento seguro é o fato de que crianças dessa idade, em comparação com adultos, apresentam
Paciente de 40 anos, internado com quadro de síndrome do desconforto agudo (SDRA) grave devido a uma pancreatite aguda, está em ventilação mecânica invasiva no modo pressão controlada (PCV). Peso estimado de 60kg. Os parâmetros ajustados são: Pressão de suporte/controle acima do PEEP de 18 cm H2O, PEEP de 14 cmH2O e FiO2 de 70%. O volume corrente medido é de 480mL. A pressão de platô gerada equivale a 32 cmH2O. Pensando em uma ventilação protetora para minimizar a lesão pulmonar induzida pelo ventilador, o seguinte ajuste deve ser feito imediatamente: 
Paciente do sexo feminino, 68 anos, internada na UTI, apresenta IMC de 40 Kg/m2 , é retrognata e necessita de ventilaç?o mecânica invasiva. O seu quadro clínico impossibilita um exame detalhado da orofaringe e pescoço. A avaliação da via aérea superior por ultrassonografia beira-leito pode indicar uma possível dificuldade para intubá-la.
As medidas dos parâmetros de distância da pele a epiglote (DPE), distância hyomental ( DHM) e espessura da língua( EL) que sugerem via aérea difícil são: 
Paciente em Unidade de Terapia Intensiva mantido com ventilação mecânica invasiva há 10 dias e apresentando hipernatremia com 152 mEq/L.
Com relação a este distúrbio hidroeletrolítico, é correto afirmar que
Paciente em pós-operatório de cirurgia abdominal aberta complexa e demorada está internado na UTI. Apresenta, no primeiro dia de pós-operatório, evolução para Síndrome de Compartimento Abdominal.
Nesse caso, as alterações que ocorrem em função dessa evolução são: