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Homem de 68 anos, tabagista de 55 anos-maço, com diagnóstico
prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), procura
emergência por piora progressiva da dispneia há 3 dias, associada
a aumento do volume do escarro e mudança de sua coloração
para amarelo-esverdeada. Faz uso regular de tiotrópio e
formoterol. Nega febre, dor torácica ou hemoptise.
Ao exame: consciente e cooperativo, frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 138 × 82 mmHg, temperatura de 36,8 oC e SpO? de 84% em ar ambiente. Apresenta uso de musculatura acessória, tempo expiratório prolongado e sibilos difusos bilateralmente. Não há edema periférico.
Radiografia de tórax demonstra hiperinsuflação pulmonar, sem consolidações ou pneumotórax. Exames laboratoriais mostram: leucócitos 12.800/mm³, hemoglobina 15,1 g/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 138 mEq/L e potássio 4,0 mEq/L.
Após início de oxigenoterapia controlada, com SpO? de 90%, a gasometria arterial revela: pH 7,28 | PaCO? 68 mmHg | PaO? 61 mmHg | HCO?? 31 mEq/L.
Considerando o diagnóstico mais provável, os achados clínicos e gasométricos e os mecanismos farmacológicos envolvidos, assinale a opção que apresenta a conduta inicial mais adequada.
Ao exame: consciente e cooperativo, frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 138 × 82 mmHg, temperatura de 36,8 oC e SpO? de 84% em ar ambiente. Apresenta uso de musculatura acessória, tempo expiratório prolongado e sibilos difusos bilateralmente. Não há edema periférico.
Radiografia de tórax demonstra hiperinsuflação pulmonar, sem consolidações ou pneumotórax. Exames laboratoriais mostram: leucócitos 12.800/mm³, hemoglobina 15,1 g/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 138 mEq/L e potássio 4,0 mEq/L.
Após início de oxigenoterapia controlada, com SpO? de 90%, a gasometria arterial revela: pH 7,28 | PaCO? 68 mmHg | PaO? 61 mmHg | HCO?? 31 mEq/L.
Considerando o diagnóstico mais provável, os achados clínicos e gasométricos e os mecanismos farmacológicos envolvidos, assinale a opção que apresenta a conduta inicial mais adequada.
Um homem de 52 anos deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento com história de febre alta (39,1 °C), tosse com expectoração
purulenta, astenia e dispneia progressiva há cinco dias. Ao exame físico na admissão: encontra-se em grave estado geral, prostrado,
taquipneico (FR: 32 irpm), febril (38,8 °C), confuso e desorientado (Glasgow 13), PA: 85/50 mmHg (persistindo com PAM inferior a 65
mmHg após expansão volêmica inicial e necessitando do suporte de noradrenalina), FC: 118 bpm e SpO?: 82% em ar ambiente. À ausculta
pulmonar: murmúrio vesicular abolido com macicez à percussão no hemitórax direito e estertores crepitantes no hemitórax esquerdo.
Exames laboratoriais de entrada: leucocitose expressiva com desvio à esquerda (22.000/mm³ com 14% de bastões), PCR: 240 mg/L, ureia: 64 mg/dL, potássio: 3,19 mEq/L e hemoglobina: 10,4 g/dL. A gasometria arterial colhida na admissão em ar ambiente revelou: pH: 7,36; pCO 26,9 mmHg; pO: 48,7 mmHg; HCO3: 14,9 mmol/L; BE: -9,2 mmol/L; sO2: 82,2% e Lactato sérico: 4,44 mmol/L, configurando insuficiência respiratória hipoxêmica grave associada a choque séptico.
Observe as imagens radiográficas e tomográficas de tórax do paciente obtidas na admissão, antes da realização da intubação orotraqueal (IOT), apresentadas a seguir:
As imagens demonstram extensa consolidação parenquimatosa/alveolar no pulmão direito, associada à importante redução volumétrica ipsilateral (atelectasia associada), além de infiltrados alveolo-intersticiais multifocais no pulmão contralateral.
Devido ao rebaixamento do nível de consciência e à exaustão respiratória, o paciente foi subsequentemente submetido à intubação orotraquial (IOT) e transferido para a UTI. Após acoplamento à ventilação mecânica invasiva com PEEP de 8 cmH?O e FiO? de 50%, a nova gasometria arterial revelou PaO?: 80 mmHg (relação PaO?/FiO? = 160). A avaliação ecocardiográfica à beira do leito (POCUS) e a monitorização hemodinâmica descartaram sinais de insuficiência cardíaca congestiva ou sobrecarga volêmica.
Considerando o quadro de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) Grave em Choque Séptico, complicada com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), assinale a conduta inicial mais adequada segundo as diretrizes vigentes (ATS/IDSA, Surviving Sepsis Campaign e ARDSNet).
Exames laboratoriais de entrada: leucocitose expressiva com desvio à esquerda (22.000/mm³ com 14% de bastões), PCR: 240 mg/L, ureia: 64 mg/dL, potássio: 3,19 mEq/L e hemoglobina: 10,4 g/dL. A gasometria arterial colhida na admissão em ar ambiente revelou: pH: 7,36; pCO 26,9 mmHg; pO: 48,7 mmHg; HCO3: 14,9 mmol/L; BE: -9,2 mmol/L; sO2: 82,2% e Lactato sérico: 4,44 mmol/L, configurando insuficiência respiratória hipoxêmica grave associada a choque séptico.
Observe as imagens radiográficas e tomográficas de tórax do paciente obtidas na admissão, antes da realização da intubação orotraqueal (IOT), apresentadas a seguir:
As imagens demonstram extensa consolidação parenquimatosa/alveolar no pulmão direito, associada à importante redução volumétrica ipsilateral (atelectasia associada), além de infiltrados alveolo-intersticiais multifocais no pulmão contralateral.
Devido ao rebaixamento do nível de consciência e à exaustão respiratória, o paciente foi subsequentemente submetido à intubação orotraquial (IOT) e transferido para a UTI. Após acoplamento à ventilação mecânica invasiva com PEEP de 8 cmH?O e FiO? de 50%, a nova gasometria arterial revelou PaO?: 80 mmHg (relação PaO?/FiO? = 160). A avaliação ecocardiográfica à beira do leito (POCUS) e a monitorização hemodinâmica descartaram sinais de insuficiência cardíaca congestiva ou sobrecarga volêmica.
Considerando o quadro de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) Grave em Choque Séptico, complicada com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), assinale a conduta inicial mais adequada segundo as diretrizes vigentes (ATS/IDSA, Surviving Sepsis Campaign e ARDSNet).
Paciente de 40 anos, internado com quadro de síndrome do
desconforto agudo (SDRA) grave devido a uma pancreatite aguda,
está em ventilação mecânica invasiva no modo pressão
controlada (PCV). Peso estimado de 60kg.
Os parâmetros ajustados são: Pressão de suporte/controle acima do PEEP de 18 cm H2O, PEEP de 14 cmH2O e FiO2 de 70%. O volume corrente medido é de 480mL. A pressão de platô gerada equivale a 32 cmH2O.
Pensando em uma ventilação protetora para minimizar a lesão pulmonar induzida pelo ventilador, o seguinte ajuste deve ser feito imediatamente:
Os parâmetros ajustados são: Pressão de suporte/controle acima do PEEP de 18 cm H2O, PEEP de 14 cmH2O e FiO2 de 70%. O volume corrente medido é de 480mL. A pressão de platô gerada equivale a 32 cmH2O.
Pensando em uma ventilação protetora para minimizar a lesão pulmonar induzida pelo ventilador, o seguinte ajuste deve ser feito imediatamente:
Paciente, 72 anos, com insuficiência cardíaca, apresenta quadro
de edema agudo de pulmão com insuficiência respiratória.
Sudoreico, FR 32 ipm, PA 170 x 100 mmHg, e estertores
crepitantes difusos até os ápices bilateralmente. Usando máscara
de O2 a 10L/min, apresenta os seguintes resultados na
gasometria arterial: pH: 7,32; PaCO2: 48 mmHg; PaO2: 54 mmHg.
Para ofertar o maior benefício fisiopatológico na redução de pré e
de pós-carga cardíaca, e também melhorar a complacência
pulmonar, a seguinte modalidade de ventilação não invasiva
(VNI) deve ser escolhida:
Um homem de 58 anos, internado em ventilação mecânica por
traumatismo cranioencefálico, foi submetido à traqueostomia há
12 dias. Após um pequeno sangramento autolimitado pela
cânula, evoluiu seis horas depois com hemorragia maciça pela
traqueostomia, associada à hipotensão arterial e taquicardia. A
equipe inicia reposição volêmica e aciona imediatamente o
cirurgião torácico.
A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é
A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é