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Em um cadáver em início de putrefação, observa-se a instalação de fenômenos transformativos destrutivos, iniciados pela autólise celular, caracterizada pela digestão intracelular mediada por enzimas hidrolíticas. Esse processo decorre da anóxia pós-morte, que provoca desvio metabólico, redução do pH intracelular e ruptura de organelas membranosas, liberando enzimas capazes de degradar os constituintes celulares, sem participação inicial de bactérias.
As vesículas envolvidas nesse mecanismo correspondem a organelas especializadas denominadas:
Um perito criminal, ao chegar na ocorrência, observou um cadáver masculino, de meia-idade, em rigor mortis, encontrado em um córrego, sem marcas aparentes de agressão física ou ferimentos por projétil.
Com base nos fundamentos da química celular, o perito pode concluir corretamente que:
Em uma perícia de morte por infecção pós-traumática com suspeita de homicídio por omissão, o especialista analisa a Coagulação Intravascular Disseminada (CID) para estabelecer nexo causal, afetando a tipificação como crime continuado.

A associação entre coagulação intravascular disseminada e choque séptico, aplicada à elucidação forense, é de que a:
Durante a necropsia em um caso de morte hospitalar suspeita de negligência criminal após trauma, o médico-legal identifica falências orgânicas para inferir causalidade iatrogênica, afetando a tipificação como homicídio culposo.

Nesses casos, a síndrome da falência múltipla de órgãos, comum em investigações de erros médicos fatais, é caracterizada por:
Em uma investigação criminal de homicídio por agressão física com múltiplos traumas, o perito médico-legal analisa sinais de choque para determinar a cronologia da morte, influenciando a qualificação como dolo eventual ou culposo.

O choque, em contextos forenses, é: