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Concurso:
Prefeitura de Monteiro - PB
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Psicologia
Sigmund Freud (1923/1980), ao formular o modelo estrutural do aparelho psíquico, propôs que a personalidade se organiza segundo as instâncias id, ego e superego, em constante tensão dinâmica. No texto O ego e o id, o autor descreve o ego como mediador entre as pulsões instintivas, as exigências da realidade e as restrições morais internalizadas. Essa concepção influenciou profundamente a compreensão moderna da regulação psíquica e dos mecanismos de defesa. Considerando os fundamentos do modelo estrutural, é correto afirmar que o ego:
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Prefeitura de Monteiro - PB
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Psicologia
Na concepção humanista de Abraham Maslow, a motivação é hierarquizada segundo níveis progressivos de necessidades, cuja satisfação parcial orienta o comportamento em direção à autorrealização. Com base nessa teoria, pode-se afirmar que a autorrealização:
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Prefeitura de Monteiro - PB
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Psicologia
Nos estudos de Sigmund Freud sobre a dinâmica psíquica, o conflito entre as instâncias estruturais do aparelho psíquico gera sintomas e mecanismos de defesa. O princípio de realidade, nesse contexto, refere-se a:
Garcia-Roza (2008, pp.75-76), ao abordar a obra freudiana, reflete sobre o luto e a melancolia, destacando:
“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”
Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado:
“Na melancolia o processo é em tudo semelhante ao do luto. Há também uma perda de objeto (embora não necessariamente por morte) e uma diminuição do interesse pelo mundo, acompanhadas de incapacidade para estabelecer nova relação amorosa. A característica distintiva está na auto-recriminação, no auto-envilecimento acompanhado de expectativa de punição exagerada. [...] Uma outra diferença notável entre a perda objetal que caracteriza o luto e a que caracteriza a melancolia é que, enquanto no luto é o mundo que se torna pobre e vazio, na melancolia é o próprio eu.”
Nesse sentido, tanto no luto quanto na melancolia, há uma perda do objeto, mas, na melancolia, essa perda em relação ao objeto perdido resulta no processo psíquico inconsciente denominado:
Designada como regra técnica fundamental por S. Freud, trata-se do método clínico de investigação do inconsciente segundo o qual o paciente deve exprimir, durante o tratamento, tudo o que lhe vem à mente, sem nenhuma discriminação.
Tal método chama-se
Tal método chama-se