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Em seu texto “O Recalque” (1915) Freud nos antecipa questões acerca das Pulsões, onde o destino de uma pulsão que acaba de brotar pode encontrar, ao longo de seu percurso, resistências que queiram impedir sua ação. Em linhas gerais ela entra em estado de Recalque. Ele nos refere que para melhor demarcar o recalque, é preciso examinar algumas funções pulsionais. Portanto, a essência do recalque consiste apenas na ação de repelir algo para fora do consciente e de mantê-lo afastado deste. Neste sentido, Freud refere que temos razões para supor que existem duas etapas do recalque denominadas como:
“A natureza dos estudos de Piaget nos informa que, ao observarmos a maneira com que o conhecimento se desenvolve nas crianças, podemos entender melhor o desenvolvimento cognitivo humano. Suas pesquisas sobre a epistemologia genética e a psicologia do desenvolvimento tinham o objetivo de entender como o conhecimento evolui. Com isso, conseguimos compreender que estudar o desenvolvimento humano, dentro dessa perspectiva, possibilita conhecer as características de cada faixa etária, em cada etapa da vida (denominadas ‘estágios’)” (SOUZA, WECHSLER, 2014, p. 136). Leia as características de pensamento abaixo e assinale a alternativa que traz, em ordem, os estágios da inteligência que cada característica corresponde:
I- O sujeito atinge a consciência moral, e a partir daí, as suas atitudes e deveres são guiados com base em sua significação e necessidade. II- O sujeito demonstra, pelos seus argumentos verbais, a irreversibilidade, isto é, a impossibilidade de reverter um pensamento. III- O sujeito desenvolve uma inteligência prática, ou seja, uma inteligência realizada através das percepções e dos movimentos. IV- O sujeito adquire vários conhecimentos, como a capacidade de consolidar as conservações de número, ou as operações infralógicas que são referentes à conservação física: peso, volume e substância V- O sujeito entra na fase das condutas de representação ou manifestações da função simbólica, quando adquire a capacidade de representar os fatos ou histórias do cotidiano, por meio da imitação, linguagem ou desenho.
Lacan (1999, p. 195) afirma que “[...] não há sujeito se não houver um significante que o funde”. Ele explica a subjetivação do sujeito através da:
Todos sabemos que as três instâncias psíquicas variam, imensamente, em sua acessibilidade à observação. O nosso conhecimento do id – a que se dava antes o nome de inconsciente – só pode ser adquirido:
Spitz (1979) introduz o conceito de organizadores da psique, um conjunto de elementos agentes e reguladores que influenciarão processos de desenvolvimento posteriores. Sobre o terceiro agente organizador da psique - o domínio do não (gesto e palavra) - é INCORRETO afirmar: