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Para definir a via de acesso da Terapia Nutricional Enteral é necessário definir o tempo estimado em que essa terapia será necessária, além da condição clínica do paciente e os riscos de complicação. Para Terapia Nutricional Enteral de curto prazo, definida como menor que seis semanas, o ideal é utilizar sondas:
Por meio da dieta enteral é possível prover a correta nutrição dos pacientes que se encontram com o sistema digestivo de alguma forma comprometido. Para que ele possa sentir esses efeitos positivos, porém, a correta administração da dieta enteral é fundamental. Em relação a dieta enteral assinale a alternativa INCORRETA:
 A intolerância à terapia nutricional enteral é uma das principais complicações associadas ao uso de vasopressores em pacientes críticos, aumentando o risco de pneumonia por aspiração, tempo de permanência na unidade de terapia intensiva e consequentemente da mortalidade. Essa intolerância pode ser definida por:

A administração agressiva de nutrição, particularmente através da via endovenosa, pode precipitar a síndrome de realimentação, julgue as afirmativas abaixo referente à síndrome em questão.


( ) A síndrome da realimentação ocorre em pacientes catabólicos por meio da introdução de substratos de energia, particularmente carboidratos que são introduzidos no plasma.

( ) Baixas concentrações de eletrólitos como potássio, fósforo e magnésio são marcas registradas da síndrome da realimentação, especialmente a hipocalemia.

( ) A síndrome da realimentação no gerenciamento do processo de cuidados nutricionais é um resultado indesejado que requer monitoramento e avaliação. Na maioria das vezes o diagnóstico nutricional pode ser “ingestão excessiva de carboidratos “ ou “infusão excessiva de nutricionista enteral ou parenteral “ no paciente subnutrido. Desse mesmo, na fase inicial da realimentação as prescrições de nutrientes devem ser moderadas em carboidratos e suplementadas com fósforo, potássio e magnésio.

Pelo fato de pacientes obesos críticos apresentarem alto risco nutricional, a terapia nutricional deve ser cuidadosamente planejada. Sendo assim, a Diretriz Brasileira de Terapia Nutricional no Paciente Grave (BRASPEN, 2018) recomenda, para esses pacientes, quando a via oral não estiver disponível, início de dieta enteral, após admissão na UTI, nas primeiras