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Paciente masculino, 58 anos, submetido à ressecção intestinal extensa por neoplasia de cólon há 5 dias, evoluiu com distensão abdominal progressiva, náuseas, vômitos e ausência de eliminação de gases e fezes.


Ao exame físico, encontrava-se desidratado (2+/4+), emagrecido, mucosas hipocoradas, abdome distendido com ruídos hidroaéreos diminuídos, timpanismo difuso. Dados antropométricos: IMC atual 18,2 kg/m² (IMC habitual 24,8 kg/m²), perda ponderal de 12% nos últimos 3 meses. Exames: Hb 9,2 g/dL, albumina 2,1 g/dL, linfócitos 800/mm³, transferrina 120 mg/dL. Radiografia simples de abdome evidenciou múltiplas alças intestinais distendidas com níveis hidroaéreos. O escore de risco nutricional (NRS-2002) calculado foi de 6 pontos.


Considerando o quadro apresentado, a conduta nutricional mais adequada é

Leia o caso clínico a seguir:
Paciente, M.P.S., sexo masculino, 67 anos, encontra-se internado em uma unidade de terapia intensiva (UTI) devido a um quadro de sepse de origem pulmonar, secundária a pneumonia comunitária grave. Atualmente, o paciente está em ventilação mecânica invasiva, apresenta estabilidade hemodinâmica nas últimas 12 horas e está em uso de noradrenalina em baixa dose (0,05 mcg/kg/min). O lactato sérico encontra-se dentro da faixa de normalidade, indicando perfusão tecidual preservada. O trato gastrointestinal demonstra peristaltismo presente, sem evidências de distensão abdominal.

Com base nas informações apresentadas, assinale a alternativa que contém a conduta mais adequada em relação ao início da nutrição enteral.
Conforme o material “Diretriz ACERTO de intervenções nutricionais no perioperatório em cirurgia geral eletiva”, de Aguilar-Nascimento, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
I. Terapia nutricional pré-operatória por via oral, enteral ou parenteral deve ser instituída aos pacientes candidatos à operação de moderado a grande porte que apresentem risco nutricional moderado a alto, acessado por qualquer um dos métodos disponíveis.
II. Em pacientes de maior risco e submetidos à operação de grande porte, a terapia nutricional não deve incluir imunonutrientes, tanto pelo uso de suplementos orais como por via enteral.
III. A realimentação oral ou enteral após operação abdominal eletiva deve ser precoce (em até 24h de pósoperatório), independentemente de o paciente estar hemodinamicamente estável.
Conforme o I Consenso Brasileiro de Nutrição Oncológica, o câncer promove alterações na condição nutricional da criança, por ação de citocinas inflamatórias, alterações metabólicas, terapia antineoplásica e resposta do próprio organismo. Sobre a terapia nutricional de paciente pediátrico, adulto ou idoso, submetido a tratamento oncológico, quimioterapia, radioterapia, cirurgia, transplante de células-tronco hematopoiéticas e em cuidados paliativos, avalie se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinale a sequência correspondente.
( ) No período pré-operatório, a terapia nutricional deve contribuir para manter o bom estado nutricional, o que minimiza os agravos metabólicos decorrentes da doença e da quimioterapia prévia.
( ) Para crianças, há evidências que justifiquem indicar a imunonutrição perioperatória, além da indicação de suplementos orais pediátricos, corrigindo déficits na ingestão e garantindo oferta de nutrientes para o desenvolvimento da criança.
( ) No período pós-operatório, a realimentação oral ou enteral não deve ser precoce (em até 24h de pósoperatório), inclusive para os submetidos a cirurgias abdominais. O início precoce da dieta não favorece a cicatrização.
A Diretriz Brasileira de Terapia Nutricional no Paciente Grave (2018) sugere que a administração da nutrição enteral deve ser feita em qual posição?