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A nutrição enteral em doenças gastrointestinais graves deve seguir critérios específicos. A indicação de dieta polimérica via sonda nasoentérica em paciente com pancreatite aguda grave sem íleo paralítico visa principalmente a:
A nutrição enteral é uma forma de alimentação para pacientes que não devem ou conseguem se alimentar por via oral (boca), como em casos de cirurgia da região da cabeça e do pescoço, esôfago, estômago, etc. De acordo com a descrição, assinale a alternativa que descreve o armazenamento correto da dieta enteral caseira.
As diretrizes da Espen (a European Society for Clinical Nutrition and Metabolism) apontam que a nutrição parenteral domiciliar deve ser administrada aos pacientes incapazes de suprir suas necessidades nutricionais por via oral e/ou enteral, desde que eles possam ser tratados com segurança fora do hospital. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta apenas indicações reconhecidas para a nutrição parenteral domiciliar.
A imunonutrição visa providenciar nutrientes específicos e essenciais, administrados por via oral e/ou via enteral, que estimulam direta e indiretamente o sistema imunológico no tubo digestivo e têm importante papel na redução das taxas de infecções pós-operatórias. Com base nessa afirmativa, assinale a alternativa que apresenta somente imunonutrientes utilizados na prática clínica.
Égua puro-sangue inglês, 12 anos, 500 kg, no 4º dia de pós-operatório de enterectomia jejunal por encarceramento epiploico, mantém íleo paralítico parcial, com refluxo nasogástrico intermitente (2-3 L a cada 4 h). Permanece em jejum oral há 96 horas, com albumina sérica de 2,1 g/dL, fosfato sérico de 1,3 mg/dL (referência 3,0-5,5) e perda ponderal estimada de 7%. Considerando a Necessidade Energética de Repouso (NER = 22 kcal/kg/dia para equinos adultos hospitalizados) e o risco de síndrome de realimentação evidenciado pelos exames, a conduta nutricional mais adequada nas primeiras 24 horas é: