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Homem, 68 anos, 5 dias de UTI por pneumonia grave, em ventilação mecânica. Com sonda nasoentéria já instalada, ele recebe nutrição enteral plena. Calorimetria indireta mostra gasto energético de repouso de 1.650 kcal/dia e quociente respiratório (QR) de 1,15. A prescrição atual fornece 2.250 kcal/dia, com alta proporção de carboidratos. O paciente apresenta hiperglicemia persistente e aumento de produção de CO2. Assinale a opção que apresenta a melhor interpretação e conduta para o caso.

Paciente do sexo feminino, 78 anos, internada por fratura de fêmur. IMC de 19,8 kg/m², perda de peso involuntária de 8% em 3 meses, albumina de 2,9 g/dL e ingestão alimentar inferior a 50% das necessidades nos últimos 7 dias, cursando com redução de massa muscular em cintura escapular e panturrilha, edema de membros inferiores 1+/4+.


O diagnóstico nutrológico mais adequado é de

Homem, 54 anos, 6 dias pós-operatório de enterectomia por isquemia mesentérica, apresenta fístula enteroatmosférica de alto débito (1.800 mL/dia), sepse controlada, íleo persistente e impossibilidade de uso seguro do trato gastrointestinal. A equipe estima que a impossibilidade de alimentação enteral adequada durará mais de 7 dias.
A conduta nutricional mais indicada é 
Mulher, 23 anos, com anorexia nervosa restritiva, IMC 14 kg/m2, perda de 18% do peso em 4 meses e ingestão mínima nos últimos 10 dias, será internada para início de terapia nutricional enteral. Exames mostram fósforo no limite inferior, potássio discretamente reduzido e magnésio normal-baixo.
A seguinte estratégia reduz melhor o risco de síndrome de realimentação
Paciente de 60 anos, internado na UTI por sepse de foco pulmonar, recebe nutrição enteral contínua há 5 dias. Evolui com 5 evacuações líquidas nas 24 horas. Está em uso de antibiótico de amplo espectro, procinético e solução medicamentosa contendo sorbitol. Não há distensão abdominal importante, vômitos ou instabilidade hemodinâmica.
A melhor abordagem inicial é