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A Terapia Ocupacional social atua com base no que surge da sociedade marcada pela desigualdade e pela presença crescente de grandes contingentes da população submetidos à marginalização, dissolução de vínculos e vulnerabilização das redes sociais. Portanto, a prática do terapeuta ocupacional com grupos de adolescentes em situação de risco social deve:

A Reabilitação Baseada na Terapia Ocupacional na Assistência Comunitária e nos grupos populares é uma estratégia ampla que objetiva desenvolver a funcionalidade nas pessoas, evitando a instalação de disfunção, promovendo assim a saúde e o bem-estar. Quanto à dinâmica os grupos podem assumir as mais variadas metodologias de trabalho a partir das características estruturais. Assinale a alternativa que define o grupo em os participantes NÃO são os mesmos a cada encontro, ou seja, onde o contexto se modifica sistematicamente:

A estrutura de um grupo pode ser definida como fator que proporciona as características de seu reconhecimento. Um grupo em que um novo participante pode ser inserido no contexto grupal para completar a saída de outro é definido como
Um grupo em Terapia Ocupacional pode ser definido como aquele em que os participantes se reúnem na presença do Terapeuta Ocupacional, em um mesmo espaço e horário, com o objetivo de realizar uma atividade. A respeito de grupo em Terapia Ocupacional, analisar os itens abaixo:
I. Um dos princípios que norteiam a prática do Terapeuta Ocupacional é a ideia de que o “fazer” tem efeito terapêutico. II. No contexto grupal, os participantes têm a possibilidade de experimentar outras formas de se relacionar e de vivenciar situações inéditas relativas ao “fazer”, possibilitando que a ação ganhe um sentido e um significado. III. Na prática clínica, verifica-se que nem todos os indivíduos se beneficiam do contexto grupal. Há situações e contextos em que a inserção em um grupo é contraindicada ao processo terapêutico da pessoa.
Está(ão) CORRETO(S):
Entende-se que não é tarefa fácil empreender nos serviços de saúde mental a condução de propostas clínicas coletivas no atendimento de crianças e adolescentes. Nesse sentido, é importante ressaltar que embora os atendimentos individuais estejam em grande maioria apontado em vários estudos, a indicação da criação de espaços de convivência para o acolhimento e acompanhamento desses sujeitos pode se configurar como potente espaço de trocas sociais e de ofertas condizentes às demandas e necessidades das crianças e adolescentes.
Tomando-se essa afirmação, evidencia-se que: